III Feira Nacional de Formação e Emprego das Pessoas com Deficiência e Incapacidade na Casa do Campino

A sessão de abertura da III Feira Nacional de Formação e Emprego das Pessoas com Deficiência e Incapacidade teve lugar esta terça-feira, dia 2, pelas 14h30 nos Claustros da Casa do Campino.

A cerimonia contou com a presença de Inês Barroso, Vice-presidente da Câmara Municipal de Santarém (CMS), Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão de Pessoas com Deficiência, Mário Pereira, Presidente da Direcção da FORMEN, Renato Bento, Director da Segurança Social de Santarém, e Sandra Dias, Subdelegada do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Inês Barroso referiu que o Município de Santarém integra 31 cidadãos com deficiência no seu quadro de pessoal (18 mulheres e 13 homens), cerca de 4 por cento do total de trabalhadores\as. A CMS promove a inclusão escolar e apoio as entidades de economia social no sentido lato e no âmbito das suas competências. Para tal, conta com parceiros de relevo como o Instituto Politécnico de Santarém, a Associação Incluir e APPACDM, de que é exemplo o projecto “Sou, Consigo e faço”.

No âmbito do Conselho Local de Acção Social, Inês Barroso, salientou o Diagnóstico Social e o Plano de Desenvolvimento Social, como importantes instrumentos de trabalho e de planeamento estratégico, cuja acção procura promover resposta para os problemas sinalizados: insuficiência de resposta sócias para pessoas adultas com deficiência; as dificuldades de mobilidade e acessibilidade; o tecido empresarial e a legislação pouco facilitadores do acompanhamento parental à pessoa com deficiência, bem como a dificuldade na inserção profissional dos cidadãos com deficiência e na manutenção do emprego.

De referir que a Feira, promovida pela Federação Portuguesa de Centros de Formação Profissional e Emprego de Pessoas com Deficiência – organização não governamental, decorre de 2 a 3 de Abril, é composta por 18 stands “em que as várias entidades que desenvolvem a formação profissional para pessoas com deficiência poderão expor o trabalho que desenvolvem e conhecer os das restantes, promovendo a aprendizagem e troca de experiências entre formandos e técnicos”.

Além da partilha de práticas e conhecimentos entre entidades, haverá espaço para momentos lúdicos, de verdadeiro convívio e animação entre os participantes.

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