José Mira Potes toma posse como novo presidente do Instituto Politécnico de Santarém

Realizou-se na tarde desta segunda-feira, dia 10 de Setembro, o acto de tomada de posse do novo presidente do Instituto Politécnico de Santarém (IPSantarém).

Perante um auditório da Escola Superior Agrária repleto de entidades ligadas ao instituto, à cidade e à região, bem como representantes da tutela, alunos e funcionários docentes e não docentes, José Mira Potes tomou posse juntamente com os seus vice-presidentes, os professores António Nuno Bordalo Pacheco e João Miguel Raimundo Moutão.

A continuidade na aposta na criação de condições para os estudantes, estreitando relacionamentos com empresas e entidades da região é o grande objectivo e a aposta desta nova direcção agora empossada, como referiu ao Correio do Ribatejo José Mira Potes após a cerimónia.

O novo presidente do Instituto Politécnico de Santarém elegeu hoje como prioridade colocar o IPSantarém “ao serviço da região” e prometeu “medidas concretas” para responder aos desafios que se colocam à instituição.

Eleito no passado dia 19 de Junho, José Mira Potes, que hoje tomou posse, deixando a direção da Escola Superior Agrária, uma das cinco unidades do IPSantarém, substituindo Jorge Justino, que liderou o Politécnico de Santarém desde 1996, à excepção do mandato de 2006 a 2010.

Mira Potes quer que a instituição se envolva em planos e projectos de interesse regional, trabalhando com as empresas e as instituições, prometendo um Politécnico “proactivo, empenhado e dinâmico” e capaz de melhorar as respostas institucionais junto de toda a comunidade académica.

Reconhecendo a necessidade de modernização e melhoria da eficiência organizacional, o presidente do IPSantarém realçou a escolha da nova administradora da instituição, Teresa Laureano (ex-administradora no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa).

José Mira Potes realçou a circunstância “inédita” de existir uma “consonância de objectivos” entre as cinco escolas que integram o Instituto (Agrária, Educação, Desporto, Gestão e Saúde) e a capacidade de “gerar consensos amplos” que permitiram ultrapassar “divergências pontuais”.

(notícia desenvolvida na edição impressa de 14 de Setembro)

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