A Agro-Ribatejo assinalou 70 Anos de existência, este sábado, com um almoço comemorativo no decorrer do qual agraciou entidades, empresas, clientes, fornecedores e colaboradores, entre os quais Manuel Picado e Joaquim José Santos que trabalharam na Agro-Ribatejo durante 54 e 37 anos, respectivamente, e que já não fazem parte dos quadros actuais da empresa, mas que, incontornavelmente, fazem parte da História da Agro-Ribatejo.

A escritura de constituição desta empresa foi lavrada a 9 de Março de 1954 e a 19 de Abril desse ano o Diário do Governo publicava o surgimento oficial da empresa fundada por José Virgílio Eloy Godinho, pai de José Júlio e avô de Gonçalo Eloy que na sua intervenção salientou o empreendedorismo do avô e do pai que lhe permitem hoje assinalar 70 anos de existência da empresa.

Na sua intervenção Gonçalo Eloy resumiu a história da Agro-Ribatejo desde a sua fundação, em 1954, até aos nossos dias, referindo o nome de todos os parceiros que segundo o empresário “foram fundamentais” para o engrandecimento da empresa.

“Fomos sempre fiéis às nossas representadas que nos conferem prémios de lealdade e louvores de reconhecimento”, afirmou Gonçalo Eloy, reconhecendo que nos dias que correm “o mercado tornou-se canibal e a sobrevivência é posta em causa diariamente, por políticas de mercado completamente desleais”.

“Temos de nos reinventar diariamente”, sublinhou.

“A visão de um gestor é importantíssima, no entanto, os seus colaboradores são fundamentais”, prosseguiu, numa referência aos funcionários “fantásticos” que têm passado pela Agro-Ribatejo, eles que “vestiram a camisola e disseram sim a este projecto”, tal como os actuais que são “exemplos de dedicação e compromisso”, referindo-se ainda a José Cruz Marques e Emílio Cardoso, “colaboradores que muito deram à empresa”.

AIP distingue Agro-Ribatejo com Medalha de Ouro

Durante a sessão, o presidente da Associação Industrial Portuguesa – Câmara de Comércio e Indústria, José Eduardo Carvalho, presente no almoço comemorativo, anunciou, em primeira mão, que a AIP resolveu agraciar com a Medalha de Ouro a Agro-Ribatejo, “uma distinção forte da nossa Associação em face de um percurso empresarial que merece esta distinção e serve de estímulo para que nestes tempos conturbados possam aguentar, sobreviver e fazer crescer este projecto empresarial”, afirmou José Alberto Carvalho.

A entrega terá lugar numa sessão solene em Lisboa, em data a anunciar.

Antecedendo o almoço comemorativo que teve lugar na Quinta do Freixo, Várzea, Santarém e que reuniu perto de uma centena de convidados, o Grupo Académico de Danças Ribatejanas actuou para todos os presentes, tendo o seu director, Ludgero Mendes, tecido palavras de elogio e reconhecimento ao envolvimento da família Eloy com a Feira do Ribatejo, não esquecendo a sua relação com Celestino Graça.

(Ler notícia desenvolvida na edição impressa do Correio do Ribatejo de 26 de Abril de 2024).

Fotos: Emoção de Imagens/Rita Reis

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