Câmara de Santarém pondera casa mortuária no planalto

O município de Santarém concluiu recentemente as negociações para a aquisição de um terreno junto ao Cemitério dos Capuchos para o qual prevê a construção de uma casa mortuária e um parque de estacionamento.

A informação foi prestada pelo presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves, na reunião de executivo da passada segunda-feira, dia 6 de Janeiro, onde anunciou, igualmente, que vai formalizar, em breve, com a Diocese, o projecto para construir duas casas mortuárias na zona onde esteve implantada a capela de São Pedro, entretanto demolida, junto à Estrada Nacional 3.

Segundo o autarca, esta é a opção mais viável uma vez que, para o local, já existe um projecto de execução o que facilita todo o processo.

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Aliás, a edificação tem que ser célere e a nova casa mortuária deve estar a funcionar antes de se iniciarem as previstas obras de requalificação da Avenida 5 de Outubro e do Largo da Alcáçova, junto ao Jardim das Portas do Sol, onde funciona o actual equipamento.

Ricardo Gonçalves informou que o equipamento tem de estar a funcionar até Julho, para quando se prevê o início das obras de requalificação daquela zona da cidade.

A obra chegou a estar anunciada para o ex-Bairro 16 de Março (também conhecido por Bairro Salazar), no final da Rua General Humberto Delgado, mas a Câmara deixou cair esta pretensão.

A autarquia decidiu também adquirir terrenos junto ao cemitério para instalar, posteriormente, um outro equipamento e para aumentar a área de estacionamento, até tendo em conta a entrada em funcionamento do crematório.

“A cidade conta com mais de 30 mil habitantes e faz todo o sentido que existam equipamentos que sirvam a população do planalto e das zonas mais periféricas”, disse Ricardo Gonçalves.

Recorde-se que está em marcha a construção do Crematório no Cemitério dos Capuchos, em Santarém, obra que teve início no passado dia 16 de Setembro.

A concepção, construção e concessão da exploração do crematório no Cemitério dos Capuchos foi adjudicado às empresas Servilusa – Agências Funerárias, S.A., e FPC- Construções Lda, prevendo-se que fique concluído no início de Junho de 2020.

A obra terá um custo a rondar os 611 mil euros, a que se somam os custos do investimento inicial, que contemplam também o projecto, estudos preparatórios e trabalhos específicos de apoio à obra e o equipamento para a exploração, num total previsto de 850 mil euros.

O crematório vai ser construído numa área plana, a nascente, em resultado do processo de ampliação do cemitério, adjacente ao muro limítrofe inferior do cemitério, com acesso viário pela Rua da Imaculada Conceição, no prolongamento da Rua Tenente Valadim e da Avenida António dos Santos.

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