Nos primeiros seis meses deste ano morreram 43 pessoas afogadas em Portugal, menos 10 do que no mesmo período de 2018, divulgou esta sexta-feira, 26 de Julho, a Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (Fepons). Cinco das 43 mortes contabilizadas foram no distrito de Santarém.

As vítimas foram 33 homens e 10 mulheres, a maior parte de nacionalidade portuguesa e mais de metade com idade superior a 40 anos. A principal causa registada foi a queda à água, seguindo-se os banhos de lazer e a queda em poços.

Os distritos onde ocorreram mais mortes foram Lisboa e Faro, com seis mortes cada, e Aveiro e Santarém, com cinco mortes cada. Nenhuma das mortes ocorreu em zonas vigiadas e apenas em cinco casos houve tentativa de salvamento.

O mês que registou mais mortes foi Junho, tendo a Fepons lançado, para os meses de Julho, Agosto e Setembro, o conselho “Frequentes Espaços Aquáticos Vigiados”.

Este conselho está integrado na campanha de prevenção digital “SOS Afogamento”, que “difunde trimestralmente conselhos de segurança com base estatística do Observatório do Afogamento”, lê-se num comunicado divulgado pela federação.

Leia também...

Traficante de droga detido em flagrante delito pela GNR

Um homem de 21 anos foi detido pela GNR, em flagrante delito, pelo crime por tráfico de estupefacientes, no passado dia 18 de Novembro,…

Risco de incêndio vai aumentar em vários pontos do país

Sete concelhos dos distritos de Faro, Portalegre e Santarém apresentam hoje risco muito elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da…

Troço da EN 114 volta a fechar por precaução

O troço da estrada nacional 114 entre o planalto de Santarém e o cruzamento para a estação de caminho-de-ferro foi encerrado, a partir das…

Chamusca promove formação em integração sensorial para educadores e terapeutas

O Município da Chamusca promoveu uma formação no âmbito do “Curso de Introdução à Integração Sensorial” direccionada a educadores, terapeutas, técnicos da Equipa Multidisciplinar…