A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo criticou hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, por ter voltado atrás na promessa de abolição das portagens no interior do país.

Em comunicado, a comissão lembra a frase proferida por Ana Abrunhosa, em maio de 2022, de que só ficaria satisfeita quando fossem abolidas as portagens no interior, e a feita 14 meses depois, no passado dia 17, de que a abolição das portagens nas ex-SCUT (estradas sem custo para o utilizador) só poderá ser ponderada “quando as concessões estiverem a terminar”.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo sublinha, na nota, que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

Leia também...

Cartaxo vai ter nova Loja do Cidadão com conclusão prevista para 2026

A Câmara do Cartaxo vai construir uma Loja do Cidadão na Rua do Jardim, junto à antiga escola primária, permitindo centralizar serviços e requalificar todo a…

Portugal com avisos até quarta-feira devido à chuva

Dezasseis distritos do continente e os arquipélagos da Madeira e Açores vão estar até quarta-feira com avisos laranja e amarelo devido à previsão de…

Mais de 140 concelhos em risco máximo de incêndio

Mais de 140 concelhos do interior Norte e Centro do país e da região do Algarve estão hoje sob risco máximo de incêndio, segundo…

Aniversário de entrega do Nobel da Literatura a Saramago assinalado com doação a Azinhaga

Os 25 anos da entrega do Nobel da Literatura ao escritor português José Saramago serão assinalados no domingo com a doação de parte da…