A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo criticou hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, por ter voltado atrás na promessa de abolição das portagens no interior do país.

Em comunicado, a comissão lembra a frase proferida por Ana Abrunhosa, em maio de 2022, de que só ficaria satisfeita quando fossem abolidas as portagens no interior, e a feita 14 meses depois, no passado dia 17, de que a abolição das portagens nas ex-SCUT (estradas sem custo para o utilizador) só poderá ser ponderada “quando as concessões estiverem a terminar”.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo sublinha, na nota, que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

Leia também...

Revolução ambiental e económica na iluminação pública do concelho de Almeirim

O presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Pedro Ribeiro, anunciou ontem o investimento que será levado a cabo no concelho, para a substituição de…

Festival de Filosofia de Abrantes convida à reflexão sobre o “poder da palavra”

José Gil vai ser o homenageado da 8.ª Edição do Festival, que este ano decorre de 20 a 22 de Novembro, na Biblioteca Municipal…

Uma centena de Pais Natais desfilaram em motos por Vila de Rei

A ARCD Aivado, através do seu núcleo Motards do Centro, organizou, ao longo do dia 18 de Dezembro, um Passeio de Natal para todos…

Santarém marcou presença no Salão Imobiliário de Portugal

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, considerou hoje que a carência habitacional “irá sempre existir” por mais que os autarcas façam,…