A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo criticou hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, por ter voltado atrás na promessa de abolição das portagens no interior do país.

Em comunicado, a comissão lembra a frase proferida por Ana Abrunhosa, em maio de 2022, de que só ficaria satisfeita quando fossem abolidas as portagens no interior, e a feita 14 meses depois, no passado dia 17, de que a abolição das portagens nas ex-SCUT (estradas sem custo para o utilizador) só poderá ser ponderada “quando as concessões estiverem a terminar”.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo sublinha, na nota, que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

Leia também...

Município de Torres Novas promove «presépio ecológico» no castelo

Estará patente, de 17 de Dezembro de 2022 a 8 de Janeiro de 2023, no castelo de Torres Novas, um presépio com figuras elaboradas…

Companhia das Lezírias extrai 780 toneladas de cortiça, mas preço baixa e falta mão-de-obra

A campanha de tiragem de cortiça da Companhia das Lezírias, uma das maiores explorações do país, atingiu as 52 mil arrobas (780 toneladas), mas…

Santuário de Fátima destina ofertórios das missas da quadra do Natal às “Criaditas dos Pobres”

A congregação “As Criaditas dos Pobres”, criada em Coimbra em 1924, vai ser a destinatária das receitas dos peditórios das missas da quadra do…

Comissão Social de Freguesia de São Vicente do Paúl e Vale de Figueira entrega cadeira de rodas

A CSF SVP e VF – Comissão Social de Freguesias da União de Freguesias de São Vicente do Paúl e Vale de Figueira e…