A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo criticou hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, por ter voltado atrás na promessa de abolição das portagens no interior do país.

Em comunicado, a comissão lembra a frase proferida por Ana Abrunhosa, em maio de 2022, de que só ficaria satisfeita quando fossem abolidas as portagens no interior, e a feita 14 meses depois, no passado dia 17, de que a abolição das portagens nas ex-SCUT (estradas sem custo para o utilizador) só poderá ser ponderada “quando as concessões estiverem a terminar”.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo sublinha, na nota, que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

Leia também...

Maria Martins e Marta Carvalho dão cartas no nacional de ciclismo de pista

A ciclista escalabitana Maria “Tata” Martins conquistou o título de campeã nacional de elite na disciplina olímpica de omnium, no domingo, 15 de Janeiro,…

OficINa- Arte Bruta Inclusiva expõe na Sala de Leitura Bernardo Santareno

A Sala de Leitura Bernardo Santareno, em Santarém, vai receber no próximo dia 5 de Junho, pelas 11h00, a inauguração da exposição “Identidade”. Uma…

“Valorizar a água é o desafio do século”

A gestão da água exige uma agenda clara e permanente. A seca em Portugal é estrutural e, por isso, temos de ser, cada vez…

DGAV identifica “não conformidades” no maneio dos animais em exploração na Chamusca

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) identificou “não conformidades” no maneio dos animais e nas condições de higiene numa exploração da Intergados, localizada…