A Comissão Europeia anunciou hoje ter aprovado uma nova indicação geográfica da União Europeia (UE) para Portugal, do Sal de Rio Maior, destacando que é produzido nas salinas da região com “métodos artesanais transmitidos de geração em geração”.

Em comunicado, o executivo comunitário dá conta de ter aprovado a inscrição do “Sal de Rio Maior” e de “Flor de Sal de Rio Maior” no registo das denominações de origem protegidas.

Este é, segundo Bruxelas, “um sal proveniente de uma nascente salina, obtido através de um processo natural de precipitação de águas salinas subterrâneas por evaporação, no concelho de Rio Maior”, distrito de Santarém.

“O sal é colhido à mão em salinas e seco naturalmente ao sol e ao vento. Caracteriza-se pela sua cor branca, textura cristalina e sabor intenso” e pela sua produção “segundo métodos artesanais transmitidos de geração em geração”, adianta a Comissão Europeia.

“O processo de produção, baseado na apanha manual e na secagem natural, reflete o património histórico e cultural da região”, afirma.

O sistema de indicações geográficas da UE protege os nomes dos produtos oriundos de regiões específicas com certas qualidades ou com uma reputação relacionada com o território de produção.

Ao todo, existem mais de 3.000 denominações protegidas já registadas no sistema comunitário referentes a alimentos, produtos agrícolas, vinhos e bebidas.

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