Demonstrando uma evolução financeira positiva consistente ao longo dos últimos anos, a Câmara Municipal de Coruche foi este ano avaliada na primeira posição do ranking global dos municípios do distrito de Santarém com melhor pontuação global e na terceira posição nacional entre 188 municípios de pequena dimensão.

Os resultados foram publicados no dia 28 de Setembro de 2023, na 19.ª edição do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2022. O documento, coordenado pela professora Maria José Fernandes e apresentado em conferência realizada no auditório da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC), é da responsabilidade do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, do Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho, da OCC e do Tribunal de Contas, assumindo-se como uma referência incontornável no panorama autárquico nacional.

A liderança de Coruche no ranking global dos municípios do distrito e a terceira posição a nível nacional entre municípios de pequena dimensão no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2022 são reveladoras do elevado grau de eficiência financeira no uso dos recursos públicos na administração local pela Autarquia, mas os dados fornecidos pelo estudo, que apresenta uma detalhada análise económica e financeira das contas dos 308 municípios portugueses relativas ao exercício económico de 2022, revela mais dados relevantes que atestam a gestão e as boas contas do Município. Desde logo, Coruche surge na sexta posição entre os municípios com melhor grau de cobertura das despesas (despesa comprometida / receita liquidada líquida), com um indicador de 71,4%, que determina a capacidade do Município em responder aos compromissos.

A Câmara de Coruche destaca-se ainda por se encontrar na nona posição entre os municípios com maior grau de execução do saldo efectivo, na óptica dos compromissos, com um grau de execução de 28,9% – rácio que relaciona o saldo efectivo com as receitas efectivas, entendendo- se que, numa boa prática de gestão autárquica, as receitas efectivas devem ser superiores às despesas efectivas.

Também a 12.ª posição entre municípios com melhor grau de execução da despesa relativamente aos compromissos assumidos, com um superavit de 139,5%, revela elevada execução do grau de despesa com disponibilidades de caixa superiores ao valor dos compromissos assumidos e por pagar, o que, mais uma vez, traduz a boa gestão financeira do Município, reflectindo o pagamento dentro do ano económico das despesas comprometidas e executadas física e financeiramente.

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