Foto ilustrativa
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Um homem de 30 anos, que se encontrava fugido desde 2021, foi detido por vários crimes de roubo por esticão e em residências em oito concelhos do Ribatejo e Oeste, informou hoje a GNR.

O detido “não tinha paradeiro certo e atuava sozinho, tendo a investigação levado a relacioná-lo com vários crimes de roubo, tanto por esticão como no interior de residências”, disse à agência Lusa o Comandante do Destacamento Territorial de Caldas da Rainha da GNR, capitão Rúben Rocha.

A investigação do Núcleo Investigação Criminal (NIC) de Caldas Rainha, que decorria desde julho do ano passado, apurou que o suspeito terá efetuado roubos, nos concelhos de Abrantes (distrito de Santarém), Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha e Peniche (no distrito de Leiria), Alenquer Lourinhã e Torres Vedras (no distrito de Lisboa).

“Pelo ‘modus operandi’, foi também possível verificar que as suas vítimas eram, maioritariamente, idosos ou pessoas mais vulneráveis”, afirmou o comandante do destacamento.

O homem foi detido em Odivelas, no âmbito de uma operação em que a GNR deu cumprimento a sete buscas: duas domiciliárias, quatro em veículos e uma em garagem, nos concelhos de Odivelas, Almada e Lisboa, informou a GNR em comunicado.

Segundo a nota, foram apreendidos “um aerossol/spray de gás pimenta, um veículo, um motociclo, diversos artigos de bijuteria e relojoaria, 180 euros em dinheiro e diversa indumentária utilizada pelo indivíduo detido nos vários cenários de roubo, com destaque para um gorro ‘passa montanhas’ para ocultar a sua identidade”.

O homem, com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de roubos efetuados nos concelhos de Almada e Setúbal, “era procurado desde 2021, por ter cortado a pulseira eletrónica que lhe tinha sido aplicada como medida de coação”, disse o comandante.

O suspeito, foi detido por vários crimes de roubo, quatro crimes de condução sem habilitação legal e posse de arma ilegal e será hoje presente ao Tribunal de Leiria para aplicação de medidas de coação.

Na mesma operação “foi detida uma mulher por posse de arma proibida, um spray de gás pimenta, que se concluiu que era uma arma de defesa”, explicou Rúben Rocha, acrescentando que “a mesma foi libertada e constituída arguida por se concluir que era apenas a companheira do suspeito e não tinha participação na atividade criminosa”.

Esta ação contou com o reforço de militares do Destacamento de Intervenção (DI) de Leiria e com o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP).

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