O empresário pioneiro da avicultura em Portugal e proprietário da Aviava, António Violante Afoito, faleceu esta sexta-feira, 17 de Abril, em Pernes.

Proprietário de um Aviário de referência desde os anos 70, homem de convicções e com uma visão empresarial inigualável, Violante Afoito sempre foi muito estimado em Pernes.

“Carismático, dinâmico, um homem que, acima de tudo, fazia parte do capital humano da sua terra, Pernes”, refere uma nota de condolências da Santa Casa da Misericórdia de Pernes, instituição da qual foi provedor entre 1978 e 1980.

“Pernes perde uma referência da sua História, não só como provedor, mas também como irmão que, ao longo dos anos, a tem acompanhado, aos mais variados níveis. Quem o conhece sabe que sempre considerou a Misericórdia de Pernes como uma mais valia para a vila, pela forma de fazer diferente, através do seu legado, àqueles que mais precisam, reconhecendo-lhe, por isso, um valor incomensurável”, refere ainda a mesma nota.

O funeral será realizado amanhã, pelas 11h00, e, devido à actual situação, a comunidade pernense está a organizar uma homenagem: cada um, à sua porta, janela, ou na zona do rossio, foi convidado a acenar com um lenço branco na hora da passagem do carro funerário, o que deverá acontecer a partir das 10h30.

Leia também...

Acidente na A1 provoca cinco feridos

Uma colisão entre duas viaturas ligeiras de passageiros provocou cinco ferido leves ao início da tarde deste sábado, 9 de Março, ao km 71…

Incêndio mobiliza mais de uma centena de bombeiros no concelho de Benavente

Um incêndio que deflagrou pelas 14h00 na localidade de Foros de Almada, no concelho de Benavente, mobilizou para as operações de combate mais de…

Câmara de Azambuja prepara dois pavilhões para fazer face ao surto

A Câmara Municipal de Azambuja anunciou que está a preparar dois pavilhões, com capacidade para acolher cerca de 150 pessoas, na eventualidade de serem…

FOTOS | Hospital de retaguarda em Santarém recebeu hoje 100 camas

A Câmara de Santarém recebeu hoje 100 camas, metade cedidas pela Proteção Civil e outra metade pelo Exército, para começar a montar o hospital…