Laboratório do CHMT processou cerca de 2 mil testes à Covid-19 da região de Lisboa

O Laboratório do Serviço de Patologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo processou, na última semana, cerca de 2000 testes à Covid-19, provenientes da área da grande Lisboa.

A distinção do Laboratório, instalado na Unidade Hospitalar de Tomar, nomeadamente os equipamentos de vanguarda e a sua capacidade de resposta, colocou-o na linha da frente no rastreio massivo que se realizou nas últimas duas semanas na região de Lisboa.

As colheitas das amostras testadas no Serviço de Patologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo foram realizadas por diferentes Agrupamentos de Centros de Saúde da Região de Lisboa e pelo INEM.

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Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT, sublinha “a excelente resposta do Serviço de Patologia, instalado na Unidade Hospitalar de Tomar, do CHMT, cujos profissionais foram incansáveis, trabalhando várias vezes noite dentro para que os resultados fossem apresentados com a maior celeridade possível. Neste enorme esforço conjunto é, também, de toda a justiça ressaltar o contributo de alguns dos funcionários do Serviço de Gestão de Doentes que asseguraram todos os registos identificativos dos cidadãos que realizaram teste para despiste Covid, no âmbito desta operação da área metropolitana de Lisboa e cujas colheitas foram processadas no CHMT. “

Para o administrador, o Serviço de Patologia Clínica, do Centro Hospitalar do Médio Tejo, é um dos mais capacitados do país.

“Temos um laboratório dos mais diferenciados, um laboratório onde fizemos um conjunto de investimentos, em equipamentos de vanguarda, que nos permite responder cada vez melhor a esta situação de Pandemia, e estarmos disponíveis para responder às solicitações que nos chegam das várias regiões do país“, salienta Carlos Andrade Costa.

Carlos Cortes, director do Serviço de Patologia do CHMT, no âmbito da resposta a este rastreio massivo que se realizou na região de Lisboa refere que “foi um esforço importante que foi desenvolvido, tanto em termos técnicos como em termos humanos. Mas foi compensador porque permitiu que o SNS funcionasse numa das suas vertentes mais importantes que é a da solidariedade. Os hospitais devem assumir uma postura de entre-ajuda e foi o que o CHMT fez. Havendo capacidade para ajudar, essa ajuda foi dada”, disse o diretor do Serviço de Patologia da CHMT.

O Centro Hospitalar do Médio Tejo foi o hospital que mais testes realizou no âmbito da recente operação de rastreio ao Covid-19, na Região de Lisboa.

Recorde-se que, recentemente, Anabela Freitas, presidente da Câmara Municipal de Tomar, visitou a instalação do Laboratório do Serviço de Patologia do CHMT, e no final, em declarações aos jornalistas mostrou-se “muito agradada”, considerando que “o CHMT esteve sempre na linha da frente. O CHMT aproveitou esta situação excepcional para se preparar também para o futuro, através de equipamentos de excelência e de equipas altamente diferenciadas”, sublinhou a presidente da autarquia Tomarense, Anabela Freitas.

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