Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Conferência Episcopal reitera em Fátima empenho na erradicação de abusos sexuais na Igreja

O secretário e porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) reiterou hoje que a Igreja está empenhada em erradicar os abusos sexuais dos clérigos, que…

Caminhada Solidária com as Cores da Ucrânia domingo em Samora Correia

A cidade de Samora Correia (Benavente) recebe, domingo, uma “caminhada solidária” com a Ucrânia, que juntará a comunidade local com imigrantes ucranianos e refugiados…

Vinte e oito concelhos de sete distritos em perigo máximo de incêndio

Vinte e oito concelhos dos distritos de Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Viseu, Guarda, Bragança e Faro apresentam hoje um perigo máximo de incêndio rural,…

“Álvaro Mendes – 35 Anos de Pintura” em exposição no centro cultural Gil Vicente

A galeria do Centro Cultural Gil Vicente acolhe, de 22 de Setembro a 17 de Novembro, a Exposição “Álvaro Mendes – 35 Anos de…