Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Alterações na circulação rodoviária nas ruas envolventes do Hospital da CUF

A implementação do novo plano de sinalização que vai alterar a circulação rodoviária na envolvente do Hospital da CUF, em Santarém, está agendada para…

Projeto de habitação a custos acessíveis chumbado pela terceira vez no Entroncamento

O presidente da Câmara do Entroncamento lamentou o chumbo, pela terceira vez, do contrato com o IHRU para construção de 100 habitações com financiamento…

Proteção Civil registou 64 ocorrências devido ao mau tempo

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou entre as 00:00 e as 07:00 de hoje 64 ocorrências devido à chuva e…

Primeiro-ministro quer prazo máximo de resposta de 60 dias a candidaturas a fundos europeus

O primeiro-ministro disse hoje querer assegurar, até final do ano, um prazo máximo de 60 dias de resposta às candidaturas a fundos europeus, defendendo…