Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Associação Vale d’Água organiza segunda edição do Passeio de Motorizadas em Vila de Rei

A Vale d’Água – Associação de Vale das Casas e Água Formosa, com o apoio da Câmara Municipal de Vila de Rei, vai organizar,…

Ordem dos Farmacêuticos recebeu no último ano cerca de 130 escusas de responsabilidade

A Ordem dos Farmacêuticos recebeu no último ano cerca de 130 declarações de escusa de responsabilidade de profissionais de uma dezena de centros hospitalares…

Perigo máximo de incêndio em mais de 30 concelhos de seis distritos

Mais de 30 concelhos dos distritos de Portalegre, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Bragança estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, dia…

Impacto de obra próxima de monumento megalítico em Tomar preocupa ‘Os Verdes’

Os Verdes questionaram o Governo sobre a construção de um empreendimento turístico no concelho de Tomar “a escassos metros de um importante monumento e…