Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Voluntários iniciam actividade no Hospital Distrital de Santarém

A Associação Voluntária do Hospital Distrital de Santarém (ACHDS) iniciou esta a actividade de voluntariado no ambulatório médico do HDS esta quarta-feira, 26 de…

Bispos definem modos de acesso aos arquivos pela equipa de estudo dos abusos sexuais

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou ontem ter “acertado procedimentos comuns” para o acesso aos arquivos diocesanos pelo Grupo de Investigação Histórica (GIH) ligado…

6ª edição de Street Food no Entroncamento

O Município do Entroncamento vai promover a sexta edição do “Street Food Entroncamento” de 29 de Setembro a 1 de Outubro, no Largo José…

ETNOGRAFIA & FOLCLORE: A Apanha da Azeitona

Outrora, por esta época, os campos em algumas regiões do nosso país eram inundados por ranchos de trabalhadores que se dedicavam a colher a…