Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Freguesia de Raposa entrega Medalhas de Valor e Mérito em tarde adocicada pelo afamado arroz doce

A Junta de Freguesia da Raposa distinguiu a Associação CAJ – Clube Aventura Juvenil da Raposa e Rodolfo do Rosário Marques Dias com Medalhas…

JMJ: Quinhentas mil pessoas esperadas em Fátima para receber Francisco

Cerca de 500 mil pessoas são esperadas em Fátima no sábado de manhã para receber o Papa Francisco, no começo do quinto dia da…

Mais de 300 furtos de cortiça registados até Agosto, sobretudo em Santarém

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 300 furtos de cortiça até 20 de agosto, sobretudo no distrito de Santarém, e três pessoas…

Golegã recebe 50.ª edição do Conselho Consultivo da APAV

No âmbito do protocolo de colaboração estabelecido com a Associação Portuguesa de Apoio às Vítimas (APAV) e o Município da Golegã, realizou-se a 50.ª…