Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Agrocluster do Ribatejo com novo projeto para promover internacionalização da agroindústria

O Agrocluster do Ribatejo viu aprovada mais uma candidatura a fundos comunitários para promover, até 2020, um conjunto de ações que visam a internacionalização…

GNR fez buscas em nove distritos por suspeita de práticas ilegais com resíduos

A GNR realizou buscas nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal e Portalegre numa operação dedicada às práticas…

Abrantes apoia colectividades com mais de 900 mil euros

Nos últimos quatro anos, a Câmara Municipal de Abrantes apoiou as associações concelhias com mais de 2 milhões e 500 mil euros no âmbito…

D.A.M.A., Pedro Abrunhosa e Ana Malhoa actuam no Viver Ferreira do Zêzere

Os músicos D.A.M.A, Pedro Abrunhosa e Ana Malhoa são os cabeças de cartaz do Viver Ferreira do Zêzere, evento que decorre de sexta-feira a…