Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Lusitânia “surpreendida” com proteção dada a seguradoras que assumiram cartel

O presidente executivo da Lusitânia declarou-se hoje “surpreendido” com a proteção dada às duas companhias de seguros que assumiram práticas anticoncorrenciais no processo em…

Lojas Goldenergy: há sempre uma perto de si

Já alguma vez ouviu falar nas lojas da Goldenergy? Esta comercializadora tem ganhado cada vez mais espaço no mercado livre de eletricidade em Portugal…

Negociações por aumentos salariais na Rodoviária do Tejo prosseguem na quinta-feira

A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações e a administração da Rodoviária do Tejo vão prosseguir negociações na próxima quinta-feira, dada a ausência…

D.A.M.A actuam na Feira Nacional de Agricultura a 7 de Junho

Os “D.A.M.A” actuam no dia 7 de Junho na Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo (FNA 23), evento que decorre de 3…