Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Trabalhadores da SUMOL+COMPAL em greve exigem negociação de caderno reivindicativo

Os trabalhadores da SUMOL+COMPAL cumprem hoje um dia de greve, uma paralisação que se prolonga até às 08:00 de quinta-feira em protesto contra o…

Festas em Honra de Nossa Senhora da Piedade regressam a Tancos entre 14 e 16 de agosto

Tancos volta a celebrar a identidade entre o Tejo e a fé, com a realização das Festas em Honra de Nossa Senhora da Piedade,…

Bispos analisam situação social em reunião plenária na próxima semana

Os bispos portugueses vão analisar a situação social do país e das instituições de solidariedade social da Igreja durante os trabalhos da Assembleia Plenária…

Constância assinala Dia Internacional das Florestas e Dia Mundial da Árvore

Assinalando o Dia Internacional das Florestas e o Dia Mundial da Árvore, que se comemora hoje, 21 de Março, o Município de Constância, a…