Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Presidente da Câmara de Constância lança “grito de alerta” e “de revolta” para problema da falta de médicos

O presidente da Câmara de Constância lançou ao governo um “grito de alerta” e “de revolta”, pedindo soluções para a falta de médicos de…

Urgência pediátrica de Torres Novas fecha quinzenalmente aos fins de semana no verão

A urgência pediátrica da Unidade Hospitalar de Torres Novas do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) vai encerrar quinzenalmente, aos fins de semana, nos…

Nova exposição do Santuário de Fátima promove o rosário como caminho para a paz

O Santuário de Fátima anunciou hoje a inauguração, no sábado, da exposição temporária “Rosarium: Alegria e Luz, Dor e Glória”, sobre o rosário como…

Golegã e Rio Maior com incidência acima do limite para desconfinar

Os concelhos da Golegã e Rio Maior são os únicos do distrito de Santarém com mais de 120 novos casos por 100 mil habitantes…