Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Chamusca homenageia equipa feminina do Chamusca Basket Clube pela conquista do Campeonato Nacional

O Município da Chamusca homenageou, esta quarta-feira, dia 25 de Junho, a equipa Sub-14 feminina do Chamusca Basket Clube, recentemente consagrada Campeã Nacional da…

Salgueiro Maia recebe a título póstumo o prémio “Memória e Identidade”

O tenente-coronel Salgueiro Maia vai ser homenageado a título póstumo na quinta-feira, em Castelo de Vide, vila onde nasceu e onde está sepultado, foi…

Dezasseis concelhos do interior Centro em perigo muito elevado de incêndio

Dezasseis concelhos do interior Centro e da região do Algarve estão hoje em perigo muito elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar…

“A FRIMOR atrai jovens dos 8 aos 80 e é assim que pretendemos continuar”

“A Feira de Setembro de Rio Maior, com 300 anos de existência é, ainda hoje, o evento que mais nostalgia traz aos riomaiorenses”. Quem…