Campanhas de adopção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.

Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.

Em Santarém, a câmara atribui 1500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a actual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.

Leia também...

Município da Chamusca atribuiu mais de 44 mil euros no apoio à compra de medicamentos

No âmbito do programa “Abem: Rede Solidária do Medicamento”, o Município da Chamusca atribuiu, desde 2017, 153 cartões Abem, no valor de mais de 44 mil euros, permitindo…

Santuário de Fátima espera “profundo envolvimento” na preparação da Jornada Mundial da Juventude

O reitor do Santuário de Fátima, Carlos Cabecinhas, revelou hoje ter expectativas de “um profundo envolvimento [de Fátima] na preparação e depois na concretização”…

Salgado condenado a pagar 950.000 euros no caso do prospecto de aumento de capital

O Tribunal da Concorrência condenou hoje o ex-presidente do BES a uma coima de 950.000 euros, baixando em 50.000 euros o valor aplicado pela…

Projecto “Pais de desportistas, são pais responsáveis” em Almeirim com bons resultados

O presidente da Câmara de Almeirim disse hoje à Lusa que se começam a perceber os impactos do projecto “Pais de desportistas, são pais…