As obras de reabilitação dos diques de Valada arrancaram na segunda-feira, 23 de Setembro, numa empreitada que representa um investimento superior a 530 mil euros e tem um prazo de execução previsto de 90 dias.

Esta obra vai reabilitar o sistema de diques que se estende por 24,5 quilómetros e por três concelhos (Azambuja, Cartaxo e Santarém), protegendo três aglomerados populacionais da freguesia de Valada ( Reguengo, Valada e Porto de Muge), e 700 hectares de terrenos agrícolas de elevada produção ao longo de todo o ano.

Os trabalhos a realizar prevêem o reperfilamento e reparação do corpo dos diques, o preenchimento de cavidades, refechamento das juntas e reparação e substituição das portas de água.

A obra foi adjudicada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) à empresa Tâmega Engineering, S.A, por 530.463,95 euros e tem o prazo de execução de 90 dias a partir da assinatura do auto de consignação, que decorreu em Valada em 12 de Agosto, sendo que durante a segunda quinzena de Setembro decorrerão os trabalhos de maior expressão no terreno. O investimento é financiado em 75% pelo POSEUR-Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Um obra reivindica pela população e autarcas

Na altura da cerimónia de assinatura do auto de consignação, Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo destacou a importância da obra por ser “uma reivindicação que autarcas e população há muito esperavam ver cumprida. Esta obra é um investimento na segurança de pessoas e bens, com enorme relevância para as empresas que desenvolvem a sua actividade nas terras férteis de Valada”.

Margarida Abade, presidente da Junta de Freguesia de Valada congratulou-se com o início das obras, destacando “a importância de vermos as máquinas e os trabalhadores no terreno. Há muito que todos os que aqui vivemos ansiávamos por este dia”.

Para a autarca “esta obra não é apenas um enorme investimento na freguesia, é um enorme investimento na segurança das nossas famílias e das nossas habitações, e garante aos empresários que criam postos de trabalho nas terras de Valada, que as suas produções estão seguras”. 

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