Foto: Município de Santarém

O Município de Santarém apresentou, no passado dia 5 de Janeiro, dois novos veículos de recolha de resíduos sólidos urbanos (RSU) com capacidade de 19 toneladas, um investimento superior a 467 mil euros.

O serviço gere em média cerca de 1900 toneladas de resíduos urbanos indiferenciados por mês, correspondendo a 41 toneladas diárias na cidade e 30 toneladas nas Freguesias Rurais.

Para acomodar a produção de 22200 toneladas/ano de resíduos urbanos dos cidadãos, o município possui uma rede de contentorização com uma capacidade instalada de 3220 contentores no concelho.

Diogo Gomes, vereador da Gestão de Resíduos desde 2021, acompanhou a volta de estreia dos novos veículos fardado a rigor e lado a lado com os cantoneiros de limpeza do município.

Perante os cerca de 50 trabalhadores do Serviço de Resíduos do MS, Diogo Gomes, afirmou que “hoje era um dia feliz” e que se tinha “cumprido mais uma promessa”, enaltecendo ainda “vocês são os heróis que mantêm a cidade limpa”.

Para o vereador “pequenos gestos fazem grandes mudanças”, salientou também que “estes veículos vêm reforçar a recolha de resíduos e melhorar as condições de trabalho e segurança dos operacionais, é uma constante preocupação com o bem-estar dos nossos colaboradores”, notou.

A recolha indiferenciada de resíduos urbanos é um serviço essencial realizado diariamente nas 18 freguesias do concelho. Nas 17 freguesias rurais, a recolha é efetuada por prestação de serviços e na União de Freguesias da Cidade de Santarém é assegurada por trabalhadores do município numa gestão directa, contando com uma equipa técnica e uma operacional.

A Gestão de Resíduos Municipal assenta num tecnossistema que integra vários sistemas de recolha de resíduos urbanos assegurados pelo município.

Pela sua dimensão e para fazer face aos novos padrões de qualidade de um serviço público prestado, a autarquia tem a ambição de renovar a frota de veículos de recolha de resíduos urbanos, aproximar cada vez mais a recolha seletiva de monos dos cidadãos e incentivar a sua reutilização com ateliers criativos garantindo assim a economia circular. Pretende ainda aumentar os quantitativos e a qualidade da participação nas recolhas seletivas para cumprir com as metas europeias que visam a competitividade das empresas assente na sustentabilidade.

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