João Ribeiro foi nomeado coordenador municipal de Proteção Civil de Torres Novas e foi apresentado publicamente esta segunda-feira, 14 de Setembro, em conferência de imprensa, pelo presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira.

O coordenador municipal de Proteção Civil de Torres Novas entrou para as novas funções no passado dia 1 de Setembro.

João José Paiva Ribeiro, 43 anos, natural e residente em Torres Novas, é licenciado em Engenharia Agropecuária pelo Instituto Politécnico de Coimbra, com uma pós-graduação em Proteção Civil pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco e mestrando em Riscos e Proteção Civil no Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa. Possui diversas formações gerais e específicas salientando-se o curso de Fogo Controlado e o de Técnico Responsável de Produtos Fitofarmacêuticos.

Foi Coordenador Nacional da Federação dos Produtores Florestais de Portugal e durante mais de 10 anos técnico responsável de equipas de sapadores florestais no distrito de Coimbra, integrando múltiplos teatros de operações em contexto de incêndios rurais e em simulacros com agentes de proteção civil. É formador desde 2003 em várias áreas e desempenha a função de perito em processos judiciais.

Durante 12 anos assumiu a direcção executiva de uma organização de produtores florestais com mais de 500 associados e foi representante em quatro comissões municipais e numa comissão distrital de Defesa da Floresta e também membro de uma Comissão Municipal de Proteção Civil.

Foi responsável pela elaboração da proposta da 3ª Geração do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Torres Novas para o município, aprovada recentemente e está actualmente a coordenar o Gabinete de Crise Municipal da Covid-19. É vice-presidente do Fórum Florestal – Estrutura Federativa da Floresta Portuguesa e vice-presidente da Associação Humanitária dos BV Torrejanos.

Ao novo coordenador municipal de Proteção civil compete dirigir o Serviço Municipal de Proteção Civil; acompanhar permanentemente e apoiar as operações de protecção e socorro que ocorram na área do concelho; promover a elaboração dos planos prévios de intervenção com vista à articulação de meios face a cenários previsíveis; promover reuniões periódicas de trabalho sobre matérias de protecção e socorro; dar parecer sobre os materiais e equipamentos mais adequados à intervenção operacional no respectivo município; comparecer no local das ocorrências sempre que as circunstâncias o aconselhem; convocar e coordenar o Centro de Coordenação Operacional Municipal (CCOM), nos termos previstos no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS).

Leia também...

Hospital de Santarém – Uma homenagem sentida aos ‘homens e mulheres’ da Linha da Frente

Especial 130 anos do Jornal Correio do Ribatejo O mundo mudou há um ano com a Covid-19. As imagens de doentes Covid pelo mundo…

Socialista de Santarém recorda ’25 de Novembro de 1975′ e papel de Salgueiro Maia

“Uma noite não dormida vivida ao serviço da consolidação da Democracia portuguesa” Os meses que se seguiram à ‘Revolução dos Cravos’, que acabaria por…

Empresário de Santarém é o mandatário nacional da candidatura de André Ventura às presidenciais

Rui Paulo Sousa, o empresário de Santarém de 53 anos, vai ser o mandatário nacional da candidatura do presidente do Chega, acumulando as funções…

Vítima mortal de violento acidente na A1 é empresário hoteleiro da zona de Lisboa

João André Pereira, com 35 anos de idade, fundador do grupo “Caseiro” situado na zona de Sintra, foi a vítima mortal do violento acidente…