União Desportiva de Santarém SAD (UDS) e Lourinhanense empataram esta manhã a uma bola, na Lourinhã, no acerto de calendário relativo à 2.ª jornada do Campeonato de Portugal Série F.

O primeiro golo da União foi obtido por Vasco Lopes, logo aos 22′ da etapa inicial, tendo o Lourinhanse empatado a partida aos 47′, numa grande penalidade transformada por Guilherme Ribeiro.

O primeiro tempo foi dominado pela turma de Acácio Santos desde o apito inicial do árbitro e logo ao minuto três Cláudio Tavares deixava o aviso, num remate dentro da área que o guarda-redes da casa defendeu oferecendo o corpo à bola.

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O Lourinhanense só levou algum perigo à baliza da UDS à passagem do minuto 13, com Hidalgo a defender com uma mão o remate de Guilherme Pedro.

Aos 20′ André Tavares vê o primeiro amarelo da partida e dois minutos depois a turma escalabitana chegava ao golo, num contra-ataque que apanhou em contra-pé a defensiva contrária. Vasco Lopes recebeu a bola na direita, flectiu para o centro e rematou forte, rasteiro, junto ao poste da baliza de Diogo Oliveira, sem hipótese para este.

Seis minutos depois do golo escalabitano, Diogo Carvalho, lesionado, cedeu o seu lugar a João Louro e Marcelino viu o segundo amarelo da partida (33′).

Aos 36′, jogada individual de Iúri Gomes que termina com um forte remate ao travessão da baliza do Lourinhanense, naquela que foi a melhor oportunidade do primeiro tempo para a equipa de Acácio Santos aumentar a vantagem.

Aos 37′ Alan Peixoto viu a cartolina amarela mostrada pelo árbitro da AF de Leiria e aos 41′ o Lourinhanense mexeu pela segunda vez, devido à lesão de Landim, entrando para o seu lugar Renato Martins que no minuto seguinte dispôs da melhor oportunidade da turma da casa para empatar a partida, mas o remate do recém entrado jogador saiu ao lado do poste direito da baliza de Nuno Hidalgo, naquele que foi o derradeiro lance de perigo do primeiro tempo.

Se o domínio da turma escalabitana, no primeiro tempo, foi por demais evidente, o segundo trouxe outros contornos ao jogo e logo à passagem do minuto dois (47′), o Lourinhense empatou a partida, através da marcação de uma grande penalidade por intermédio de Guilherme Ribeiro a castigar uma mão no interior da área de Kiki Ballack. A bola foi rematada à queima roupa por um avançado local, sem possibilidade para o central tirar o braço que se encontrava ao longo do corpo. Apesar disso o árbitro Diogo Pinto, assinalou castigo máximo.

E a ‘cambalhota’ no marcador podia ter sido dada aos 54′, num lance simples de contra-ataque, com o guarda-redes Diogo a solicitar Edson e este Guilherme Ribeiro para o remate à queima que Nuno Hidalgo defendeu bem, assegurando a igualdade no marcador.

Bem melhor o Lourinhanense no segundo tempo a conseguir repartir o domínio da partida.

Por isso mesmo, aos 65′, Acácio Santos fez entrar João Monteiro e Nuno André, para os lugares de Flávio Júnior e André Tavares.

Dois minutos depois (67′) Herlander Tomé, no interior da área do Lourinhanense, teve tudo para chegar à vantagem mas errou o alvo.

Na resposta, contra-ataque da turma da casa, com quatro avançados para dois defesas da UDS, mas Rodrigo a resolver mal e a não aproveitar a vantagem numérica.

No último quarto de hora, Allan Peixoto (73′), Herlander (75′), Vasco Lopes (87′) e Diogo Pires (88′) estiveram perdulários na hora do remate, todos eles a passar ao lado dos postes da baliza da casa.

Aos 74′, o treinador Acácio Santos viu cartão amarelo mostrado pelo árbitro por protestar uma alegada falta sobre Iúri Gomes, no coração da área adversária que a ser assinalada daria grande penalidade.

A partida chegou ao fim com a UDS instalada no meio-campo adversário, mas o golo da vitória não chegou, não tanto por falta de oportunidades para que tal acontecesse, mais pela forma perdulária como os jogadores visaram as redes à guarda do guardião Diogo Oliveira.

A arbitragem do trio de Leiria ficou marcada pelo lance da grande penalidade assinalada a favor do Lourinhanense (por ter sido um remate à queima roupa) e por dois lances na área do Lourinhanense que poderiam ter tido o mesmo desfecho. No capítulo disciplinar também não esteve coerente.

Contudo, o empate castiga a falta de clarividência de uma equipa que mostrou ser bem superior – a U. Santarém SAD -, quer na organização do jogo colectivo quer no valor das suas pedras individuais, mas hoje, só isso, não chegou para somar os três pontos…

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