A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, com 150 mil clientes de sete concelhos do distrito, tem estado debaixo de um caudal de críticas relacionadas com aumentos “excessivos” dos valores das facturas.

Um pouco por toda a região, têm chovido queixas, a maioria das quais relacionadas com os acertos provocados pelas estimativas das contagens e com o aumento do consumo de água.

Acresce que, especificamente nos concelhos de Almeirim e de Coruche, as facturas têm atingido valores muito acima dos normais, relacionados com um aumento nas taxas de resíduos urbanos, devido à integração destes dois municípios na empresa Ecolezíria.

O Correio do Ribatejo esteve à conversa com um grupo de pessoas que se diz lesada pela empresa e que integra um grupo na rede social Facebook com mais de dois mil membros.

Eduardo Costa, Manuel Inácio, Carlos Almeida e José Simões

Ao Correio do Ribatejo, a empresa confirma a recepção de um conjunto de reclamações sobre “valores elevados”, às quais tem respondido “prestando os esclarecimentos necessários à correcta interpretação dos valores incluídos nas farturas”. No entanto, diz a empresa, o número de reclamações recebidas, tendo presente o universo de 75 mil clientes servidos pela empresa, é “residual”.

Questionado sobre qual a solução que está a ser encontrada pela empresa para colmatar estas queixas, Francisco Oliveira, presidente da empresa é taxativo e refere que “sempre que a AR verifica algum tipo de situação anómala, como por exemplo um erro de leitura, que tenha dado origem a uma factura incorrecta, esta será objecto de análise e será corrigida, seguindo os procedimentos internos definidos para o efeito”.

Leia a reportagem completa na edição impressa de 20 de Novembro do jornal Correio do Ribatejo.

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