A 6.ª edição da iniciativa “Portas Abertas-Rising Stars” realiza-se em Fevereiro, no Grande Auditório Gulbenkian, em Lisboa, e conta com o acordeonista português João Barradas, entre os novos valores seleccionados, anunciou a Fundação.

Além dos recitais, a edição deste ano dos concertos com “estrelas em ascensão”, no contexto musical europeu, com entrada livre, inclui actividades e oficinas para a família, ‘masterclasses’ com os músicos e a exibição de vídeos educativos, de acordo com o cartaz da iniciativa.

O programa “Portas Abertas-Rising Stars” é desenvolvido pela European Concert Hall Organisation (ECHO), uma rede que engloba várias salas europeias de concerto, entre as quais a da Fundação Calouste Gulbenkian, e que seleccionam, anualmente, “jovens músicos de excepcional talento” — “estrelas em ascenção” — que, além de receberem formação, têm a oportunidade de actuar nos diversos palcos desta rede, segundo o comunicado da FCG.

O cartaz da edição deste ano, que se realiza no próximo dia 16 de Fevereiro, inclui o trompetista britânico Simon Höfele, o violoncelista espanhol Pablo Ferrández, a violinista neerlandesa Noa Wildschut, o clarinetista sueco Magnus Holmander, o acordeonista português João Barradas e o Goldmund Quartett.

Com base na Alemanha, o quarteto Goldmund, constituído pelos violinistas Florian Schötz e Pinchas Adt, o violetista Christoph Vandory e o violoncelista Raphael Paratore, venceu em 2018 o concurso internacional de quartetos de cordas do Wigmore Hall, em Londres, no Reino Unido, e o concurso internacional de música de câmara de Melbourne, na Austrália.

Os Goldmund, que no ano passado fizeram parte do cartaz do Festival de Marvão, encerram a jornada com a interpretação de obras de Haydn, Dobrinka Tabakova e Debussy.

O programa abre com Simon Höfele, de 25 anos, que interpretará obras de Gershwin, Ravel, Miroslav Srnka e Georges Enesco, seguindo-se Magnus Holmander, que escolheu para o seu recital peças de Schumann, Arvo Pärt, Debussy, Luigi Bassi e Molly Kien.

A violinista Noa Wildschut, de 18 anos, vai interpretar obras de Schubert, Joey Roukens e Prokofiev, sendo revezada no palco do Grande Auditório de Palhavã por Pablo Ferrández, de 28 anos, que vai apresentar obras de Max Bruch, Antón García-Abril e César Franck.

A penúltima presença em palco é a de João Barradas, de 27 anos, natural de Porto Alto, no concelho de Benavente, que vai tocar peças de Bach, Keith Jarrett e Luciano Berio.

Foto: Márcia Sofia Lessa

Leia também...

Alpiarça assinala centenário da morte de Carlos Relvas

O Município de Alpiarça assinala no próximo dia 14 de Dezembro, o centenário da morte de Carlos Relvas, o segundo filho do republicano, político…

Nos 50 anos da morte de Celestino Graça, Grupo Académico passou a Sócio Efectivo da Federação de Folclore

O Grupo Académico de Danças Ribatejanas realizou ontem à noite, no Centro Etnográfico Celestino Graça, em Santarém, uma sessão evocativa e de homenagem a…

Luiz Pacheco homenageado com exposição e tertúlia nas Caldas da Rainha

No âmbito do programa de comemorações sobre o centenário do escritor, editor e crítico literário Luiz Pacheco, a Câmara Municipal das Caldas da Rainha…

António Carmo na Sociedade de Belas Artes

Está patente ao público até ao próximo 24 de Abril na Sociedade de Belas Artes, na Rua Barata Salgueiro, em Lisboa, uma exposição de…