A deputado do BE eleita por Santarém, Fabíola Cardoso, questionou esta quinta-feira, 23 de Julho, o Governo sobre novos episódios de poluição em Alcanena, com “odores nauseabundos, intensos e prejudiciais para a saúde da população”.

Numa pergunta dirigida ao ministro do Ambiente e da Ação Climática, a deputada refere o protocolo assinado em 2009, que visava uma ampla intervenção no sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena, e a criação, em 2019, de uma empresa para gerir este sistema, questionando o que leva a que persistam os problemas ambientais no concelho.

Em concreto, Fabíola Cardoso pergunta se as entidades fiscalizadoras foram notificadas de descargas ilegais no sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena no mês de Julho, se foram realizadas ou estão previstas acções inspectivas para determinar a origem da poluição e quais são as consequências e as conclusões das acções inspectivas.

Por outro lado, pergunta se há entidades a utilizar o sistema de tratamento de águas residuais sem a devida licença, se algumas não cumprem o pré-tratamento de efluentes e, se sim, quais e que medidas prevê o Governo adoptar para evitar que se repitam episódios de poluição ambiental no município.

Leia também...

Câmara de Tomar anuncia plano de intervenção para desassoreamento do rio Nabão

O município de Tomar anunciou hoje que vai proceder à limpeza e desassoreamento do troço do rio Nabão entre o Açude dos Frades e…

Tomar recebe 200 mil euros para desassoreamento e limpeza do rio Nabão

A Câmara de Tomar vai receber 200 mil euros do Fundo Ambiental para desassoreamento do troço urbano do rio Nabão e limpeza a montante…

Endesa ganha no Pego com projecto de 600 ME e promete “reciclagem profissional” no local

A Endesa, que venceu o concurso para o ponto de ligação à rede eléctrica da central do Pego, em Abrantes, apresentou um projecto avaliado em…

Projecto Ecoética da AMI já plantou mais de 20 mil árvores

Ardem anualmente, em Portugal, cerca de 100 mil hectares de floresta. Volvida a época de incêndios as florestas portuguesas são esquecidas. Para quebrar este…