O Município de Benavente reforçou em mais de 340 mil euros o habitual apoio financeiro destinado às quatro juntas de freguesia do concelho. Segundo a autarquia, o presente investimento insere-se no processo de revisão dos Acordos de Transferência de Competências e dos Contratos Interadministrativos celebrados hoje entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do Município de Benavente, o que totaliza um valor global de 2.127.584,16€.
Este apoio suplementar foi incorporado nos valores mensais das freguesias através de aditamentos e reforços permanentes, permitindo um aumento significativo da autonomia e capacidade de intervenção local.
Citada no comunicado enviado à comunicação social, a presidente da Câmara Municipal de Benavente, Sónia Ferreira, sublinha que com esta medida o município “pretende impulsionar a capacidade de resposta das Juntas de Freguesia para fazer face ao crescimento do território e às exigências das nossas comunidades”.
As alterações promovidas pelo atual executivo representam um aumento global de cerca de 10% nas transferências municipais anuais para as juntas de freguesia, correspondendo a um reforço permanente de aproximadamente 180 mil euros por ano para as áreas da limpeza urbana, manutenção de espaços verdes, gestão de cemitérios, de mercados e de eventos, assim como de equipamentos culturais e de espaços de recreio e lazer.
Além do acréscimo permanente nas transferências, a edilidade realizou ainda um pagamento de 160.866,51 euros em retroativos decorrentes da atualização dos contratos em vigor. No total, somando o reforço anual permanente e os retroativos já liquidados, o investimento municipal associado a estes apoios suplementares ultrapassa os 340 mil euros.
“Há ainda muito trabalho por fazer, várias reformas e melhorias por implementar, mas esta é sem dúvida uma decisão importante que contribui fortemente para cumprir este desígnio. Um investimento que garante a sustentabilidade financeira das juntas de freguesia do nosso concelho e reforça a sua autonomia local na gestão de áreas estruturais”, conclui Sónia Ferreira.
