O Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebe na sexta-feira à noite o espectáculo “BlackBox’22”, um projecto de formação e desenvolvimento em criação coreográfica da associação O Corpo da Dança (OCDD).

Desenvolvido ao longo dos últimos três meses, o espetáculo “é também um espaço onírico”, com o negro como “cor dominante”, representando “o tom neutro da ausência de luz ou a obscuridade que esconde o vazio”, afirma uma nota da Câmara de Torres Novas.

As alunas de O Corpo da Dança desenvolveram em estúdio as suas ideias coreográficas com assistência à criação de Elisabete Paiva (Materiais Diversos), Beatriz Pereira, Leonor Mendes e Ves Liberta (bailarinas e ex-alunas da escola OCDD) e Rui Matoso (investigador).

Durante o período de residência no teatro, com a equipa de técnicos de luz e som do Teatro Virgínia, trabalharam na produção e montagem das coreografias em palco, com a finalidade de as formar também em produção de espetáculos, acrescenta.

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