A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM Médio Tejo) aprovou as linhas estratégicas e o orçamento para 2022, no valor de 11 milhões de euros, mais um milhão de euros do que o deste ano.

Em comunicado, a presidente da CIM do Médio Tejo, Anabela Freitas, refere que “este é um orçamento que prepara a CIM para os desafios do próximo ano e que está focado em conferir mais qualidade de vida a todos os cidadãos da região, através da continuidade e execução de novos projetos das áreas da Mobilidade, Educação, Turismo, Cultura, Social, Proteção Civil, Empreendedorismo, entre muitas outras, onde a continuidade da gestão criteriosa de fundos comunitários será uma máxima”.

No âmbito do plano estratégico para 2022, a presidente da CIM Médio Tejo, que agrega 13 municípios dos distritos de Santarém e Castelo Branco, sublinha que a CIM, “enquanto entidade supramunicipal, juntamente com os seus municípios, está a assumir um papel cada vez mais preponderante na governação da região e, por isso, pretende dar continuidade a uma estratégia que preveja sempre o desenvolvimento do Médio Tejo em várias frentes”.

Nesse sentido, afirmou Anabela Freitas, que também é presidente da Câmara de Tomar, “o ano de 2022 ficará marcado pela conclusão dos trabalhos de elaboração da estratégia de desenvolvimento para a Região do Médio Tejo 2030, tendo em conta as características do território e a Estratégia da União Europeia para o quadro comunitário 2021-2027 e a Estratégia Portugal 2030”.

Em complemento, acrescentou, “serão concluídos os trabalhos de desenvolvimento de uma estratégia integrada para o território das Comunidades Intermunicipais da Lezíria do Tejo, do Médio Tejo e do Oeste”, uma vez que, frisou, “estão reunidas as condições para o desenvolvimento de um contrato programa que congregue as três CIM”.

Anabela Freitas disse ainda que “serão desenvolvidos todos os trabalhos referentes à implementação do Programa de Revitalização do Pinhal Interior, assente em 20 projetos estruturantes”, e que incluem os municípios de Mação, Sardoal, Sertã e Vila de Rei, sendo também definidos “os projetos a implementar no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência acordado com a União Europeia, de modo a impulsionar a recuperação da economia”.

Na CIM Médio Tejo, pode ainda ler-se, “o ano de 2022 ficará também marcado pela continuidade dos trabalhos que prevêem a definição de acções enquadradas no Fundo de Transição Justa”, instrumento que tem como objectivo “tornar a economia regional mais moderna e competitiva, com base em investimentos sustentáveis”.

As áreas de intervenção da CIM do Médio Tejo em 2022 centram-se na Mobilidade e Transportes, na vertente Social, de Formação, Empreendedorismo e Educação, assim como na Modernização Administrativa e nos segmentos Turismo, Cultura e Florestas, Proteção Civil, e Alterações Climáticas. 

O orçamento da CIM do Médio Tejo, que ascende aos 11 milhões de euros, mais 10% do que o deste ano, já havia sido aprovado, por unanimidade, pelos presidentes dos 13 municípios, tendo sido agora aprovado por maioria em Assembleia Intermunicipal, com 36 votos a favor e duas abstenções.

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