O Cineteatro Paraíso, em Tomar, recebe, no dia 26, a estreia do documentário “Marca d’água”, de João Luz, que, a partir das extintas fábricas de papel do concelho “reflete sobre os efeitos da desindustrialização”.

O documentário surge no âmbito do projeto de investigação “Paper Trails”, sobre “histórias pós-industriais, memórias técnicas e práticas artísticas em Tomar” e que está a ser desenvolvido pelo Centro de Tecnologia, Restauro e Valorização das Artes (Techn&Art) e pela École de Design et Haute École d’Art du Valais (EDHEA).

O trabalho de João Luz, realizador e diretor da licenciatura em Cinema Documental no Instituto Politécnico de Tomar, conta com a participação de especialistas ligados à indústria do papel e de antigos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, afirma uma nota do município tomarense.

Leia também...

Círculo Cultural Scalabitano assinala 64 anos de vida

  O Círculo Cultural Scalabitano assinalou ontem, quinta-feira, dia 22 de Novembro, os seus 64 anos de vida com uma conferência da presidente da…

David Antunes, Olavo Bilac, Micaela e Bárbara Bandeira nas Festas da Cidade de Almeirim

David Antunes, Olavo Bilac, Micaela e Bárbara Bandeira são os nomes dos artistas que vão animar as Festas da Cidade de Almeirim entre os…

Tomar celebra os 115 anos do nascimento de Lopes-Graça

O compositor Fernando Lopes-Graça é evocado, em Tomar, a partir do próximo dia 17, por ocasião dos 115 anos do seu nascimento nesta cidade,…

De Atégina à Imaculada – novo livro de Aurélio Lopes

Aurélio Lopes, doutorado em Antropologia Social, tem devotado boa parte da sua actividade académica a mergulhar nas profundezas das questões em torno do sagrado…