O Cineteatro Paraíso, em Tomar, recebe, no dia 26, a estreia do documentário “Marca d’água”, de João Luz, que, a partir das extintas fábricas de papel do concelho “reflete sobre os efeitos da desindustrialização”.

O documentário surge no âmbito do projeto de investigação “Paper Trails”, sobre “histórias pós-industriais, memórias técnicas e práticas artísticas em Tomar” e que está a ser desenvolvido pelo Centro de Tecnologia, Restauro e Valorização das Artes (Techn&Art) e pela École de Design et Haute École d’Art du Valais (EDHEA).

O trabalho de João Luz, realizador e diretor da licenciatura em Cinema Documental no Instituto Politécnico de Tomar, conta com a participação de especialistas ligados à indústria do papel e de antigos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, afirma uma nota do município tomarense.

Leia também...

Primeira Edição das Jornadas Internacionais Técnicas e Científicas de Jogos Tradicionais contou com 50 participantes

A primeira edição das Jornadas Internacionais Técnicas e Científicas de Jogos Tradicionais decorreram no Centro de Negócios e Inovação de Rio Maior, entre 20…

Orquestra Académica da Universidade de Lisboa no Convento de S. Francisco

A Orquestra Académica da Universidade de Lisboa vai apresentar, no próximo dia 18, às 22:00, no Convento de S. Francisco, em Santarém, um concerto…

Nemanus, Rui Veloso, Luís Represas, Rosinha nas Festas de Amiais de Baixo

As Festas de Amiais de Baixo estão de regresso à vila entre os dias 22 e 26 de Abril, após dois anos de suspensão…

Coro do Círculo Cultural Scalabitano: 50 anos de intensa actividade

O Coro do Círculo Cultural Scalabitano é herdeiro do Orfeão Scalabitano, fundado em 1925, em Santarém e do Coro Alfredo Keil, cuja actividade decorreu…