O Cineteatro Paraíso, em Tomar, recebe, no dia 26, a estreia do documentário “Marca d’água”, de João Luz, que, a partir das extintas fábricas de papel do concelho “reflete sobre os efeitos da desindustrialização”.

O documentário surge no âmbito do projeto de investigação “Paper Trails”, sobre “histórias pós-industriais, memórias técnicas e práticas artísticas em Tomar” e que está a ser desenvolvido pelo Centro de Tecnologia, Restauro e Valorização das Artes (Techn&Art) e pela École de Design et Haute École d’Art du Valais (EDHEA).

O trabalho de João Luz, realizador e diretor da licenciatura em Cinema Documental no Instituto Politécnico de Tomar, conta com a participação de especialistas ligados à indústria do papel e de antigos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, afirma uma nota do município tomarense.

Leia também...

Entrevista a António Vardasca: “Há campinos hoje que nem o barrete sabem pôr”

António Vardasca Júnior, nasceu a 19 de Maio de 1929, em Vale de Figueira, no seio de uma família de camponeses. Frequentou a escola…

Casa do Brasil inaugura exposição “No Desafio do Silenciar dos Fios”

A Casa do Brasil, em Santarém, vai inaugurar no próximo dia 29 de Novembro, às 16 horas, a exposição ‘No Desafio do Silenciar dos…

Governo abre concurso de apoio a projectos artísticos com 100 mil euros

A abertura do concurso no âmbito do Programa de Apoio a Projectos – Apoio Complementar ao Programa Europa Criativa, com um financiamento disponível de…

Música e dança regressam à zona ribeirinha de Mação

‘Festival Dançarão’ regressa às margens do Rio Tejo e promete trazer animação e entretenimento do mundo inteiro ao concelho. Os sons e os ritmos…