O Cineteatro Paraíso, em Tomar, recebe, no dia 26, a estreia do documentário “Marca d’água”, de João Luz, que, a partir das extintas fábricas de papel do concelho “reflete sobre os efeitos da desindustrialização”.

O documentário surge no âmbito do projeto de investigação “Paper Trails”, sobre “histórias pós-industriais, memórias técnicas e práticas artísticas em Tomar” e que está a ser desenvolvido pelo Centro de Tecnologia, Restauro e Valorização das Artes (Techn&Art) e pela École de Design et Haute École d’Art du Valais (EDHEA).

O trabalho de João Luz, realizador e diretor da licenciatura em Cinema Documental no Instituto Politécnico de Tomar, conta com a participação de especialistas ligados à indústria do papel e de antigos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, afirma uma nota do município tomarense.

Leia também...

Joana Bagulho toca Carlos Paredes no Museu Diocesano de Santarém

“Joana Bagulho toca Carlos Paredes em Cravo” é mais uma proposta do In. Santarém, no âmbito das comemorações do 5º aniversário do Museu Diocesano,…

Ciclo Jazz Barquinha 2020 arranca domingo

O Ciclo Jazz Barquinha 2020 arranca domingo com Carlos Barretto (contrabaixo) e Mário Delgado (guitarra), num espetáculo que decorre, à porta fechada, no Centro…

A vida de Maria Serrano deu um livro

A vida de Maria Serrano deu um livro. Intitulada “Órfã de Pais Vivos”, a obra, lançada em Abril de 2015 – e reeditada recentemente…

Associação José Afonso realiza encontro nacional em Santarém

O Núcleo de Santarém da Associação José Afonso realiza, nos próximos dias 1 e 2 de Junho, o Encontro Nacional de Sócios e Amigos…