O Cineteatro Paraíso, em Tomar, recebe, no dia 26, a estreia do documentário “Marca d’água”, de João Luz, que, a partir das extintas fábricas de papel do concelho “reflete sobre os efeitos da desindustrialização”.

O documentário surge no âmbito do projeto de investigação “Paper Trails”, sobre “histórias pós-industriais, memórias técnicas e práticas artísticas em Tomar” e que está a ser desenvolvido pelo Centro de Tecnologia, Restauro e Valorização das Artes (Techn&Art) e pela École de Design et Haute École d’Art du Valais (EDHEA).

O trabalho de João Luz, realizador e diretor da licenciatura em Cinema Documental no Instituto Politécnico de Tomar, conta com a participação de especialistas ligados à indústria do papel e de antigos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, afirma uma nota do município tomarense.

Leia também...

Sessões de cinema no Entroncamento para combater isolamento e solidão

O Município do Entroncamento está a promover várias sessões de cinema português. O objectivo da autarquia é promover o combate ao isolamento e à…

Edifício Equuspolis recebe exposição de pintura Mariola Landowska

Vai ser inaugurada a exposição de pintura de Mariola Landowska, “Diálogo com a Arte Rupestre II”, no dia 23 de março, pelas 17h00, na…

Associação de Abrantes reclama do Governo verbas do Orçamento Participativo de 2017

A Associação Cultural das Rotas das Mouriscas (ACROM), em Abrantes, criticou hoje o “atraso no pagamento de 40 mil euros” pela construção do projeto…

Árvore das Letras no Pavilhão do Conhecimento

Em 2015 dois estudantes da Universidade Aberta (UA) lançaram-se para um projecto que pretendia aliar a arte à tecnologia. Um deles, Rui Gaspar, natural…