A LUSOCOLCHÃO está entre as empresas finalistas do XIII Prémio Mobis, cuja gala se realiza no próximo dia 25 de Maio, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. A empresa do distrito de Santarém faz parte de um grupo de mais de 70 finalistas, das 11 categorias a concursos e é uma das finalistas na categoria de Marca – Colchões.

Apresentada por Sónia Araújo, a Gala do Prémio Mobis contará, de entre outras figuras de renome, com a presença do Presidente da direção da Associação Comercial de Braga (ACB), Dr. Domingos Macedo Barbosa, do Presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, Eng.º João Vieira Lopes, do Presidente da AIMMP – Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, Dr. Vítor Poças e do Presidente do Conselho Diretivo do IAPMEI, Professor Dr. Nuno Mangas.

Este evento de cariz internacional, que promove o empreendedorismo e a inovação, pretende contribuir de forma decisiva para uma maior notoriedade deste sector dentro e fora de portas. Emídio Brandão, editor da MN Mobiliário em Notícia e Director do Prémio Mobis, afirma: “É importante criar-se negócios aqui [no Prémio Mobis], os jovens são importantes e vão aparecer! Há algo que me orgulha: ao fim de mais de 20 anos continua a ser um evento respeitável. Eu acredito na nova geração, o futuro está aqui. Ao longo dos anos tem havido uma evolução muito grande, que se traduz numa crescente preocupação nas áreas do Design e da Qualidade em geral, o que tem vindo a tornar o mobiliário português mais competitivo e mais apetecível internacionalmente”.

Recorde-se que o sector do mobiliário, que de momento reúne 55 mil postos de trabalho directos, cada vez mais tem apostado na exportação. Prevê-se, que em 2018, tenha atingido um novo recorde de exportações na casa dos 2,5 mil milhões de euros, para um volume de negócios que deve ultrapassar os 3,5 mil milhões de euros e um saldo positivo na balança comercial na ordem dos 900 milhões de euros.

Esta indústria, que tem tido uma evolução positiva nos últimos anos, exporta cerca de 70% da sua produção e nos últimos nove anos as exportações do sector cresceram, em média, acima dos 100 milhões de euros por ano, tornando-se num dos sectores de maior destaque da economia portuguesa ao nível das exportações.

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