A União de Freguesias de São Vicente Paul e Vale Figueira inaugurou, esta terça-feira, dia 25, pelas 18h00, na sede do Jornal Correio do Ribatejo, em Santarém, a exposição “nosso Tejo, nosso Alviela…”.

A exposição da União de Freguesias de S. Vicente do Paúl e Vale de Figueira mostra o que os Rios Tejo e Alviela já foram no passado e aquilo que são na actualidade. O objectivo da exposição segundo a organização é o de demonstrar “o que estes cursos de água proporcionaram em tempos passados, em que ponto estão presentemente, e o potencial tremendo que detêm”.

A exposição reflecte quem “em tempos idos”, trabalhou, veraneou e vivenciou “o prazer da água fresca na pele, pescou, fez desporto, aprendeu a nadar, retirou sustento e alimento” de ambos os rios – Alviela e Tejo. Hoje em dia, o cenário é bem diferente e a água “corre escura e com mau cheiro”, é “um fio” e os jacintos invadem-na devido ao “alto teor de poluição”.

A iniciativa pretende demonstrar que o ecossistema naquele rio está “asfixiado, que não se nada, não se brinca, não se vive, e que essencialmente não se vive o Tejo nem o Alviela”.

“Estão moribundos, os nossos Rios, Rios com um potencial estrondoso para as nossas gentes, para o Ribatejo, para Portugal, para o desenvolvimento”, referem Susana Branco, presidente da Assembleia e Ricardo Costa, presidente da União de Freguesias, no desdobrável que serve de suporte documental à exposição.

O mesmo panfleto termina com um alerta: “pedimos novamente, sem desistência mas com toda a firmeza, a todas as entidades envolvidas na problemática a responsabilidade e a responsabilização pelo estado destes Rios”.

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