Agentes económicos têm até ao final do ano para fazer o registo, mas o Ministério da Economia diz que o mesmo deve ser feito com a “maior brevidade” possível.

O Ministério da Economia fez saber, no dia 1 de Julho, que prolongou o prazo por mais seis meses para que os operadores económicos se registem no Livro de Reclamações Electrónico (LRE), atendendo às reivindicações do sector.

“Durante os próximos seis meses não terá lugar a instauração de processos de contra-ordenação aos operadores económicos que ainda não estejam registados na plataforma digital do Livro de Reclamações por parte da ASAE, entidade com atribuições de fiscalização administrativa desta matéria”, pode ler-se num comunicado.

Quer isto dizer que os operadores económicos poderão continuar a realizar a sua adesão à plataforma digital do Livro de Reclamações até ao dia 31 de Dezembro de 2019. Porém, o Governo diz que o registo deve ser feito com a “maior brevidade” possível.

O projecto do Livro de Reclamações Electrónico é uma medida de desburocratização e simplificação integrada no programa Simplex+ 2016 e envolve todas as entidades reguladoras e fiscalizadoras de mercado.
Através do portal do livro de reclamações, o consumidor pode apresentar queixas e solicitar informações sobre os serviços públicos essenciais, como água e luz, bem como perguntas relativas a outros sectores da actividade económica.

Leia também...

Portugal Fresh aponta prejuízo diário directo de 21ME de impacto da greve dos motoristas

A Portugal Fresh, associação para a promoção das frutas, legumes e flores, estimou um prejuízo diário directo de 21 milhões de euros com a…

NERSANT arranca curso de formação de formadores em formato e-learning

A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém dinamiza há largos anos o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, que habilita os…

Oliveira e Sousa considera OE2022 proposta vaga, desoladora e sem estratégia para agricultura

O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, Eduardo Oliveira e Sousa, defendeu hoje que o Orçamento do Estado para 2022 é “vago e…

Entre a resistência e a queda, a restauração em modo de emergência

A pandemia abalou o sector da restauração e nem o desconfinamento foi capaz de convencer os clientes a voltarem às mesas. Nesta altura, a…