O investigador Luiz Oosterbeek, docente do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) e director do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, é o novo presidente do Conselho Internacional para a Filosofia e as Ciências Humanas (CIPSH) da UNESCO.

Em nota de imprensa, o IPT refere que Luís Oosterbeek, que sucede no cargo ao chinês Chao Gejin e assume um mandato de três anos, foi eleito no dia 15 de dezembro em Assembleia-Geral da CIPSH, assumindo como compromisso “o início ou o reforço de projectos em domínios como a Saúde, a tecnologia ou o multilinguismo, numa óptica multidisciplinar”, bem como o “reiterado investimento na Conferência Europeia das Humanidades, que terá lugar em Maio de 2021 em Lisboa, integrada no programa da Presidência Portuguesa do Conselho Europeu”.

Luiz Oosterbeek disse à Lusa que “a afirmação da diversidade linguística em ciência será uma das prioridades do Conselho, junto com a articulação entre Humanidades e demais Ciências e com a construção de programas que respondam às inquietações da sociedade.”

Aquele Conselho Internacional foi criado em 1949 pela UNESCO e pela União Académica Internacional e integra actualmente 21 Federações Internacionais, representando no seu conjunto dezenas de milhares de investigadores.

Leia também...

Emigrantes são “alicerce da internacionalização da economia portuguesa”

O secretário de Estado das Comunidades afirmou ontem que os 5,8 milhões de emigrantes portugueses espalhados por 178 países são “alicerce da internacionalização da…

Hospital de Santarém alerta para pedido falso de alimentos e equipamentos

O Hospital Distrital de Santarém (HDS) alertou esta terça-feira, 24 de Março, para a circulação de “pelo menos um e-mail com pedido de alimentos…

BE denuncia descarga de esgoto para o Tejo em Santarém

O Bloco de Esquerda denunciou ontem a existência de um ponto de descarga de esgoto directamente para o rio Tejo, no bairro ribeirinho de…

Estrada que liga Vila Franca de Xira ao Porto Alto é a segunda mais perigosa do país

 A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) identificou 60 pontos negros nas estradas portuguesas em 2018, mais 10 do que em 2017, sendo o…