Por estes dias, o presidente norte-americano celebra um acordo com o presidente russo, tendo em vista a permissão da importação de gasóleo russo para os mercados americano e global.
Há quem diga que os valores são tão baixos que servem apenas como medida para interferir no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que se prolonga há anos sem fim à vista.
Afinal, que consequências reais terá este gasóleo importado às “mijinhas”?
Só o tempo, ou um urologista, o dirá.

