A ACES – Associação Comercial, Empresarial e Serviços dos concelhos de Santarém, Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo e Chamusca voltou a lançar este ano a Campanha Natal, Compre Local, com diversas iniciativas e incentivos ao comerciantes e clientes do comércio local.

O que é que a Associação de Comerciantes espera para esta quadra natalícia?
Acima de tudo a união, da cidade, dos munícipes, dos empresários e comerciantes e que no final possamos ter uma cidade mais dinâmica, desenvolvida e unida para enfrentar as dificuldades actuais. Apelando ao sentimento de comunidade, sensibilizando as pessoas para manter vivo o comércio local e promover uma economia circular constante.

Quais foram as iniciativas promovidas em 2021 pela ACES?
As iniciativas tiveram sempre o foco no comércio local, criando para tal incentivos que levassem os munícipes e visitantes à procura de produtos e serviços locais, levando mais pessoas à cidade, centro histórico e não só. Os vouchers, disponibilizados pela CMS, campanha na qual a ACES participou e disponibilizou meios logísticos e recursos humanos, a promoção dos vídeos dos associados, onde cada loja aderente se dá a conhecer nas redes sociais, os cupões do sorteio realizado no dia de reis, as árvores de natal e adereços para a participação do concurso de montras.

Qual tem sido o feedback dos vossos associados?
O feedback tem sido bastante positivo, nesta época do ano e com as nossas iniciativas trazem sempre uma sensibilidade de comunidade e partilha, o que promove o sentimento de união. O que se traduz num aumento de associados.

A parceria entre a ACES e o Município tem sido uma mais-valia?
As simbioses são sempre uma mais-valia. Com um objectivo comum, em prol do bem e desenvolvimento da cidade e do concelho, juntos faremos sempre mais. Independentemente dos partidos eleitos, o objectivo da ACES é sempre realizar uma boa parceria com o poder local, de forma a estabelecer a ponte entre o tecido empresarial, comerciantes com o poder governativo e fazendo chegar até estes as dificuldades e reais necessidades dos empresários, estabelecendo sinergias para um melhor relacionamento e desenvolvimento do concelho.

Depois de dois anos em plena pandemia, podemos considerar que os comerciantes souberam ser resilientes?
Claro que sim, se não fosse o apoio da nossa comunidade a responder a necessidade que a economia local atravessava e atravessa, estaríamos “bem tramados”. O poder governativo não conseguiu prestar todo o apoio necessário a tantas e tantas empresas, nomeadamente micro e pequenas empresas, que são mais de 80% do nosso tecido empresarial. Os empresários tiveram de se reinventar, reduzir os custos fixos ao mínimo.

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