O coordenador da comissão que estudou os abusos sexuais de crianças na Igreja destacou hoje, após ter entregado a lista de alegados abusadores em institutos religiosos, a “enorme disponibilidade” destas instituições para “construir o futuro de uma maneira diferente”.

“[Senti] muitíssima abertura, mais até do que a questão nominal em si, porque também sabemos que algumas destas pessoas já estão falecidas – claro que outras também estão no activo. Mas [senti] sobretudo uma enorme disponibilidade para, perante erros do passado, construir o futuro de uma maneira diferente”, afirmou aos jornalistas Pedro Strecht.

O pedopsiquiatra falava em Fátima, onde hoje esteve na assembleia geral da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) que termina na sexta-feira.

Questionado sobre o número de pessoas visadas e em quantos institutos religiosos, Pedro Strecht remeteu esclarecimentos para estas entidades.

“Depois perceberão pelos institutos. Cada um fará a sua comunicação, como é óbvio. Não quero estar a interferir nessa parte”, adiantou, destacando que a comissão foi também falar, a propósito de abusos sexuais, de “prevenção e de formas de atuação, tanto agora, já, no presente, em relação àqueles que foram vítimas no passado, mas, sobretudo, numa melhor construção do futuro”.

O coordenador reiterou que cada instituto – e se calhar até a própria CIRP – “poderá e deverá (…) dar essa informação mais em concreto”.

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