Foto de Arquivo
Foto de Arquivo

Dois homens, com 18 e 21 anos de idade, foram detidos pela Polícia Judiciária, com a colaboração do posto da GNR de Aveiras de Cima, por fortes indícios da prática de um crime de incêndio florestal no concelho da Azambuja.

Em comunicado, a Directoria da PJ de Lisboa e Vale do Tejo avançou que o incêndio em questão “colocou em risco algumas habitações e outras construções, assim como uma zona de pinhal manso e eucaliptal”.

De acordo com a PJ, nas diligências efectuadas após a inspecção ao local do crime, e “correlacionando vários elementos de natureza probatória”, foram recolhidos “evidentes indícios” da prática do incêndio florestal em causa, o qual, “por motivos fúteis, teve o seu início perto da residência da ex-namorada de um dos detidos”.

Segundo o comunicado, “só a pronta actuação dos bombeiros, que combateram e debelaram o fogo no seu início, o qual deflagrava numa zona agrícola de pasto e mato, evitou que o mesmo se propagasse”.

Fonte da PJ adiantou à Lusa que o incêndio ocorreu a 20 de Setembro, na localidade de Vale Coelho, Aveiras de Cima, tendo sido denunciado por testemunhas, e daí a pronta actuação dos bombeiros.

De acordo com a mesma fonte, o fogo fez arder um hectare de mato denso e pasto no concelho da Azambuja.

Os detidos foram presentes a primeiro interrogatório judicial, ficando sujeitos “à medida de coação não detentiva”.

Leia também...

Crianças da ‘ZenKids Academia’ visitaram o Correio do Ribatejo

Um grupo de sete crianças do OTL – Ocupação de Tempos Livres da ‘ZenKids Academia’ visitou na manhã desta sexta-feira, dia 20 de Julho,…

Requalificação do Largo do Mosteiro de Santa Maria de Almoster avança

A empreitada da requalificação do Largo do Mosteiro de Santa Maria de Almoster deu mais um passo rumo à sua conclusão, depois de o…

Relatório preliminar recusa interferência política no Exército ou na PJM no caso de Tancos

O relatório preliminar da comissão de inquérito ao furto de Tancos, entregue no parlamento, apurou que “em nenhum momento se verificou qualquer interferência política…

Alentejo quer mais execução e ganhar “poder reivindicativo” para novos fundos

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, defendeu hoje o aumento da taxa de execução…