O Tribunal de Santarém condenou, a 19 anos de prisão, uma professora acusada de ter matado o marido, também professor, no verão de 2018, em Abrantes.

Na leitura do acórdão, que decorreu na manha de sexta-feira, dia 16, o colectivo de juízes deu como provado o crime de homicídio qualificado, mas não conseguiu apurar o motivo do crime.

Recorde-se que nas alegações finais do julgamento iniciado no passado dia 10 de Maio no Tribunal de Santarém, o procurador do Ministério Público (MP) dirigiu-se à arguida frisando que esta “matou um ser humano de forma sádica, cruel e particularmente dolorosa”, após ter-lhe dado medicação “às escondidas”, e sem que tivesse “nenhum motivo”, pois considerou não ter ficado provado que tenha sido vítima de maus tratos, físicos ou psicológicos.

O advogado de defesa da professora alegou, por seu turno, não haver “nenhuma dúvida” de que o crime ocorreu por “instinto animalesco” e em “legítima defesa”, num quadro de anos de violência doméstica, como refere o relatório médico e o depoimento da perita prestado durante o julgamento, pelo que, afirmou, “a existir, estaríamos perante homicídio privilegiado”.

Leia também...

Golegã recebeu Concurso de Saltos Nacionais

Decorreu entre os dias 22 e 24 de Março, no Centro de Alto Rendimento de Desportos Equestres – HIPPOS, na Golegã, o Concurso de Saltos…

Bom Festival na Granja

João Salgueiro da Costa iniciou no passado sábado a sua temporada portuguesa com um agradável triunfo no festival da Granja, o que deixa antever…

Igreja pondera criar órgão de acompanhamento das instituições sociais no diálogo com Governo

A criação de um órgão de acompanhamento das instituições sociais da Igreja no seu diálogo com o Governo está a ser ponderado pelo episcopado…

Sobreposição de jogos no estádio municipal de Rio Maior gera protesto

O confronto entre o Rio Maior SC e o Sintrense SAD, a contar para a primeira jornada do Campeonato de Portugal, foi motivo de…