Os deputados socialistas eleitos por Santarém perguntaram  ao Ministério do Ambiente se “tem conhecimento do estado em que se encontra a Ribeira de Asseca” e se têm sido feitas acções de fiscalização para identificar as fontes poluidoras.

Num requerimento entregue no parlamento, os deputados Idália Serrão, António Gameiro e Hugo Costa perguntam se a Agência Portuguesa do Ambiente tem recolhido amostras da água da ribeira onde domingo uma descarga provocou a morte de dezenas de peixes e sobre as conclusões que podem ser retiradas, “nomeadamente quanto ao estado da água, aos componentes detectados, e à correlação estabelecida entre os resultados e a identificação de eventuais focos de poluição”.

Os deputados afirmam que a ribeira de Asseca, que tem a sua nascente no concelho de Rio Maior e desagua no rio Tejo, em Valada (Cartaxo), no distrito de Santarém, “apresenta, com frequência, sinais de poluição que são perceptíveis através da cor escura da água, do cheiro nauseabundo que exala e da falta de vida que apresenta”.

A Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) anunciou que participou ao Ministério Público um crime de poluição na ribeira da Asseca por descarga de uma indústria de processamento de tomate.

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