Foto: Guia Michelin Portugal 2026

Santarém reforça o seu estatuto na gastronomia nacional com o restaurante “Ó Balcão” a renovar a sua Estrela Michelin e o “Amassa” a ser eleito o melhor restaurante de “Cozinha do Mundo”, nos Prémios Grandes Escolhas. As distinções, entregues recentemente no Funchal e no Estoril, premiaram o talento dos chefs Rodrigo Castelo, Francisco Calheiros e suas respetivas equipas.

Restaurante “Ó Balcão” renova Estrela Michelin

O Guia Michelin Portugal revelou a sua nova seleção de restaurantes para 2026, numa cerimónia realizada no dia 10 de março, no hotel Savoy Palace do Funchal (Madeira).

A presente edição do Guia distinguiu 53 restaurantes, entre os quais o restaurante “Ó Balcão”, do chef Rodrigo Castelo. O estabelecimento scalabitano viu a Estrela Michelin e a Estrela Verde Michelin serem renovadas por mais um ano, reconhecendo mais uma vez o talento, visão e dedicação do chef e da sua equipa.

No total, a seleção de restaurantes do Guia Michelin Portugal 2026 reúne nove restaurantes com duas Estrelas (um deles estreia-se nesta categoria) e 44 com uma Estrela (10 novidades), totalizando 53 estabelecimentos distinguidos.

Foto: Prémios Grandes Escolhas

Restaurante “Amassa” distinguido nos Prémios Grandes Escolhas

Os Prémios Grande Escolhas voltaram a celebrar o que melhor se faz em cada ano na área dos vinhos e da gastronomia em Portugal, com a realização da sua 9.ª edição, no passado dia 06 de março, no Centro de Congressos do Estoril.

Apelidado de “Óscares do Vinho” a cerimónia revelou os nomes que mais se distinguiram no ano de 2025, entre os quais o restaurante scalabitano “Amassa”, do chef Francisco Calheiros, que conquistou o troféu “Restaurante Cozinha do Mundo”.

“Este prémio fala entrelinhas. Santarém já não é apenas uma Capital do Gótico. Santarém já não é apenas uma cidade de passagem pela A1. Santarém está a crescer e a reinventar-se. E isso acontece porque há muitas pessoas e projetos a trabalharem todos os dias para elevar a cidade”, referiu Rute Rocha, esposa do chef Francisco Calheiros, que não pôde estar presente na entrega do prémio, devido a motivos profissionais.

O “Amassa” nasceu com “uma vontade simples”, onde “nada foi feito ao acaso”.

“A carta nasce do respeito pelo produto, do ritmo das estações e do calor das mãos, de quem trabalha todos os dias na cozinha. É um lugar com identidade, história e onde o produto regional e sazonal tem o protagonismo que merece”, sublinhou Rute Rocha no decorrer da cerimónia.

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