Foto de Arquivo
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O Executivo da Câmara de Santarém aprovou por unanimidade, a adesão à Rede de Cidades e Vilas que Caminham, na última reunião de Câmara, de dia 23 de janeiro.

João Teixeira Leite, Vice-Presidente do Município de Santarém, destacou “a importância desta parceria, de adesão de Santarém a esta Rede de Cidades e Vilas que Caminham, de âmbito Nacional. O objetivo é que Santarém possa estar no centro da discussão desta importante temática, de forma a podermos partilhar conhecimento e experiências práticas, daquilo que acontece de bom exemplo pelo País fora e também fora dele”.

Para o Vice-Presidente da autarquia Scalabitana, “Santarém está ao longo dos últimos anos e quer continuar a caminhar, no sentido da regeneração urbana, virada sobretudo para a nossa comunidade, para o conforto da nossa população, para o conforto da mobilidade da nossa população, e este tipo de parcerias e de iniciativas, de interajuda e de partilha de conhecimentos e de experiências, vai enriquecer e capacitar, não só os nossos técnicos, de forma a darem melhores respostas aos nossos projetos, a que queremos dar continuidade, mas também ao próprio órgão Executivo que passa a estar num fórum de partilha de conhecimentos, com experiências de elevada qualidade”.

O Edil referiu ainda que “Para além dos vários projetos de regeneração urbana que estamos a realizar, queremos dar continuidade a outros projetos de regeneração urbana. Alguns desses projetos estão em fase final de execução, e a experiência e partilha de conhecimentos que vamos ter com a adesão a esta Rede vai capacitar-nos também, do ponto de vista coletivo, para darmos resposta aos projetos que queremos desenvolver durante os próximos anos.”

A Rede de Cidades e Vilas que Caminham é uma rede de municípios exclusivamente portugueses que, numa perspetiva de trabalho integrado, articula ações conjuntas com a rede criada em Espanha para o mesmo efeito, objetivando o aumento da qualidade de vida e tendo como foco principal o peão e a transversalidade da experiência, independentemente de ser área urbana ou rural.

O planeamento de um território torna-o mais competitivo dentro da tendência global da neutralidade carbónica, para além de que a adesão a esta Rede tem como objetivo reforçar as condições de caminhabilidade na Cidade, vilas e demais lugares habitados, que melhorem a qualidade da vida urbana, a sociabilidade, os parâmetros de saúde pública e a universalização do espaço público para todos, melhorem o comércio local, através da criação de centros comerciais ao ar livre, beneficiem a economia circular, entre outros fatores. É neste sentido que a rede foi criada, tendo em vista os princípios de política e financiamento de Redes de Mobilidade Sustentável, presentes no Portugal 2030.

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