Depois dos confinamentos, veio a vacinação. Depois da vacinação, virão os medicamentos. A vacinação fez a diferença. Os medicamentos também farão.

São esperados para 2022 os primeiros medicamentos específicos anti-SARS-CoV-2, logo curativos da COVID-19. Serão um complemento importante para as vacinas atuais, que não são totalmente eficazes a prevenir doença ligeira ou moderada.

Com as vacinas a evitarem formas graves da doença e os medicamentos a curar as formas mais leves, entramos numa nova fase da pandemia: a fase em que deixamos de pensar apenas em vencer batalhas, vaga após vaga, e pensamos mais alto, em vencer a guerra.

Depois virão vacinas melhoradas (“de segunda geração”) e medicamentos adicionais. O aperfeiçoamento dos autotestes fará o resto e conseguiremos manter níveis virais muito baixos entre a população.

Tudo acabará bem. Se ainda não está bem é porque ainda não acabou. Até que acabe, temos de continuar prudentes.

Miguel Castanho – Investigador em Bioquimíca

Leia também...

‘O Afeganistão é um problema nosso? Claro que é…’, por Ricardo Segurado

A semana que passou fica marcada, infelizmente, pelo regresso dos Talibãs ao poder do Afeganistão. 20 anos volvidos, e os Pashtun (etnia predominante entre…

Ao querido avô, da querida Nô

Leonor Serrão – Neta de Joaquim Veríssimo Serrão Querido Avô! Neste ano de 2020, em que completas noventa e cinco anos de idade, pediram-me…

Projetos diferenciadores… Por Ricardo Segurado

A Escola Secundária de Sá da Bandeira, o “Liceu”, é uma instituição com quase dois séculos de história na nossa Urbe. São largas dezenas…

CTT atrasam distribuição do Correio do Ribatejo

Os CTT brindaram-nos, mais uma vez esta semana, com uma paralisação à sexta-feira. Mas desta vez foram mais longe: registaram-se paragens também na terça-feira,…