Bombeiros Voluntários Torrejanos recebem receita da Supertaça de Futsal

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos recebeu no passado dia 18 de Dezembro, a receita da bilheteira do jogo da Supertaça de Futsal, que se realizou a 30 de Agosto, em Torres Novas.

João Paiva Ribeiro, Vice-Presidente da Direção da Associação, recebeu das mãos de Rui Manhoso, em representação da Federação Portuguesa de Futebol, um cheque de 3120 euros, valor que iria reverter a favor do Município de Torres Novas mas que a autarquia entregou à instituição, numa cerimónia que decorreu nas instalações da Câmara Municipal de Torres Novas.

Pedro Ferreira, Presidente da autarquia, agradeceu e saudou todos os presentes neste momento importante e especial de solidariedade entre a Federação Portuguesa de Futebol, a Associação de Futebol de Santarém e o Município.

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“É com muito agrado que vamos entregar este cheque à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, que tanto precisam, para que possam continuar o seu trabalho, melhorando os seus serviços e para que mantenham viva esta associação”, referiu o edil.

Francisco Jerónimo, presidente da AF Santarém, congratulou o desenlace do jogo Supertaça de Futsal – Benfica vs Sporting, e considerou que “este prémio é entregue a uma instituição de grande prestígio, e tão importante que é para o concelho de Torres Novas e toda a região”.

Rui Manhoso, que representou a Federação Portuguesa de Futebol, referiu que “a Federação tem feito muitas acções como esta” e apesar de ter “como principal missão o futebol” e ajudar os seus clubes pode também, “mediante as possibilidades, ajudar as muitas carências que existem pelo país”.

Por fim, o Vice-Presidente dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, João Paiva Ribeiro, agradeceu a entrega do valor à instituição e realçou que “os bombeiros são uma família, e como todas as famílias, têm momentos bons e menos bons. Um dos grandes problemas desta família, é a falta de financiamento, que advém das exigências cada vez maiores que são necessárias para levar um operacional para fazer uma missão”.

Os custos para terem a corporação bem protegida são muito elevados, por isso “esta verba, que é sempre curta, mas é sempre bem vinda, vem de facto ajudar a que os nossos homens e mulheres possam desempenhar com segurança as funções para as quais se formam todos os dias”, conclui o representante da instituição.

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