O livro sobre a carta arqueológica do concelho de Tomar, editado pelo município, confirma a existência de dois importantes povoados pré-históricos, um deles no actual território urbano, e de outro árabe também na cidade, afirma a autarquia em comunicado.

“As origens de Tomar – Carta arqueológica do concelho”, da autoria de Carlos Batata e com edição do município tomarense, resulta dos trabalhos de revisão do Plano Director Municipal, em que a carta arqueológica surge como “peça importantíssima para conhecer a ocupação do território ao longo do tempo”, tendo a sua relevância levado a Câmara de Tomar (Santarém) a decidir autonomizar este documento em livro, acrescenta.

Entre os achados referidos por Carlos Batata, encontram-se o do povoado pré-histórico da Fonte Quente, com cerca de 20 hectares, no âmbito da empreitada de construção do IC9, ou o das termas públicas romanas, junto ao Pavilhão Municipal, “neste caso com uma entrada já tardia dos investigadores em campo, que terá levado a que se tenham perdido muitos vestígios na área do actual parque de estacionamento subterrâneo”, refere a nota.

O livro, que inclui fotografias e um mapa destacável, com o registo das inúmeras intervenções e sítios arqueológicos do concelho, aponta para a existência, no actual centro histórico, de “um povoado árabe de dimensão razoável” e que “também a fortaleza terá sido originalmente construída pelos muçulmanos”.

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