O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) divulga que reduziu a dívida total em quase 6 milhões de euros (M€), tendo efectuado, no mês de Junho, o pagamento a fornecedores no montante de 5. 885. 736,79 €.

A mais recente diminuição da dívida insere-se na estratégia de consolidação e controlo das contas do CHMT, numa rigorosa gestão financeira que acompanha o acréscimo da actividade assistencial, o desenvolvimento e o investimento em novos equipamentos.

“Temos o montante da dívida sob controlo, com mais actividade, mais investimento e o mais baixo volume de dívida dos últimos 10 anos”, afirma Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração.

Assim, em 30 de Junho de 2019, tendo por base os valores de encerramento do mês de Maio e os valores provisórios de Junho, o valor das dívidas totais teve uma variação de -5. 402.491,65, apresentando um total de € 23.426.070,84.

A dívida vencida teve uma variação de € -3.968.006,34, estando, em 30 de Junho de 2019, no valor de € 18. 199.023,03.

No decorrer do mês de Junho, o CHMT recebeu a autorização para utilizar parcialmente o valor remanescente do aumento de capital:

No total, o Centro Hospitalar do Médio Tejo efectuou pagamento a fornecedores no montante total de 5. 885. 736,79 €.

O presidente do Conselho de Administração do centro hospitalar, sublinha “o reforço da aposta da tutela, na prestação de cuidados de saúde na região do Médio Tejo, visível na injecção periódica de capitais que revelam igualmente o investimento que a tutela tem feito de forma contínua no CHMT”.

“No dia 26 de Fevereiro de 2019, o centro hospitalar teve um aumento de capital visando exclusivamente o pagamento, por ordem de maturidade, de dívida vencida no montante de 10.300.000 €. Esse valor foi transferido em duas tranches, sendo a primeira de 2.935.500€ creditada na conta do CHMT, em 27 de Fevereiro de 2019, e cujo montante foi utilizado para liquidação de dívidas a fornecedores externos nesse mesmo dia”, recorda o centro hospitalar.

O Presidente do Conselho de Administração frisa que “os montantes da dívida se têm mantido estáveis fruto dos reforços ligeiros realizados pela tutela nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Sendo que, no caso concreto do CHMT, nem o aumento da actividade assistencial, nem o aumento do investimento em novos equipamentos de diagnóstico e tratamento dos doentes têm desequilibrado o montante da dívida, mantendo-se em patamares sustentáveis para o futuro do CHMT”.

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