O bispo de Santarém elogiou a “coragem e generosidade” de muitas pessoas na resposta à pandemia de Covid-19, apontando vários desafios para a Igreja e a sociedade em 2022.

“A pandemia revelou a coragem e generosidade de muitas pessoas que, no sector social agiram de forma muito eficiente”, referiu D. José Traquina na homilia da Missa a que presidiu, este sábado, dia 01, na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

O responsável católico saudou os profissionais das instituições públicas de saúde, Misericórdias, Centros Sociais Paroquiais e outras IPSS, Cáritas e grupos sociocaritativos.

O bispo de Santarém adiantou ainda que a Cáritas de Santarém “assumiu a responsabilidade de conhecer melhor a realidade dos estrangeiros migrantes que residem e trabalham na área da diocese”.

“As migrações são um dos problemas do nosso tempo, a nível global, que não se resolve com discursos odiosos e visões redutoras da humanidade e seus problemas. O que devemos é rejeitar o tráfico humano e a exploração humana e promover a migração legal”, sustentou.

Falando na Catedral de Santarém, D. José Traquina assumiu que o ano de 2021 foi “longo e dramático”, saudando a resposta dos responsáveis autárquicos e na “governação de proximidade”.

“Em todas as situações, o medo não se vence, mas é superado pela prudência, a coragem e o espírito de serviço”, acrescentou.

O bispo de Santarém sublinhou que o novo ano vai ser marcado, a nível das comunidades católicas, pelo “olhar especial sobre a Família, os jovens, o ambiente vocacional e a fase diocesana do Sínodo dos Bispos”.

O responsável assumiu a preocupação perante a redução no número de sacerdotes, pedindo “dedicação e serviço”.

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