Esta sexta-feira, dia 15 de Março, tiveram início as Festas de São José, com Homenagem a Celestino Graça, junto ao seu busto, no Campo Infante da Câmara, seguida da Inauguração Oficial das Festas de São José, junto à Casa do Campino, no Recinto das Festas de S. José, com Formatura com alunos duma escola do Concelho, numa organização da Polícia de Segurança Pública.

Às 22h30, BLAYA atua no Palco Sagres, no Recinto das Festas de S. José. Pelas 24h00 há Largada de Toiros, na Manga do Recinto das Festas de S. José. A animação prossegue com DJ Vassalo e DJ MARON MAX, no Palco secundário do Recinto das Festas de S. José.

Durante as Festas, a cidade é brindada pelos mais diversos momentos de animação: mercados tradicionais, romarias, largadas de toiros, espectáculos equestres, noites de fados, folclore com diversos ranchos do concelho, provas desportivas, tasquinhas ribatejanas onde se podem degustar alguns dos melhores pratos e vinhos do Ribatejo, desfiles de campinos e cabrestos, espaços de diversão para crianças e jovens, e claro, um cartaz musical que marca, sem dúvida, a noite Scalabitana

Muita música, festa brava, gastronomia e diversões no Campo Infante da Câmara e na Casa do Campino são os pratos fortes das Festas de São José.

As Festas de São José vieram recuperar uma tradição antiga em que se celebra a cidade, o concelho, a região e a sua vida comunitária. O sagrado e o profano dão as mãos para recriar na sua maior plenitude a Festa do Ribatejo, exaltando alguns dos seus principais ícones e o ambiente tipicamente ribatejano.

Também para hoje, dia 15 de Março, está previsto o concerto de Blaya, que abre um cartaz musical que inclui David Antunes no dia 16, Fernando Daniel, dia 18, e Orquestra Típica Scalabitana, no dia 16, na Casa do Campino.

Outro momento alto será a inauguração, dia 19, feriado municipal, da exposição “Urbanidade, 150 anos de Elevação de Santarém a Cidade (1868-2018)”.

A exposição, patente até Dezembro no Jardim Porta do Sol, pretende mostrar como foi a evolução desde que a antiga vila ascendeu à categoria de cidade, ao longo do último século e meio, tendo ainda várias estruturas distribuídas por “seis lugares icónicos da cidade”, afirma uma nota do município.

O programa inclui ainda, no dia 17, uma Noite de Fados, com homenagem ao guitarrista escalabitano Carlos Velez e a Vítor Rodrigues, autor de letras para fados/canções sobre o Ribatejo, e no dia 18, após o concerto com Fernando Daniel, a partir das 24:00, actuação das tunas do Instituto Politécnico de Santarém.

Coincidindo o feriado municipal com o dia de S. José, patrono dos carpinteiros e artífices, as festas da cidade de Santarém mantêm a tradição da celebração, no dia 19, de uma missa presidida pelo bispo da diocese, José Traquina, com a participação do Schola Cantorum da Catedral de Santarém, a que se segue a Procissão em Honra de S. José, afirma a nota.

Ao longo dos cinco dias, na Casa do Campino e nos espaços envolventes, há divertimentos, artesanato, tasquinhas, bares, actuação de ranchos folclóricos, campinos, festivais taurinos, jogos de condução e perícia com cabrestos, insufláveis, entre outras iniciativas.

Com o apoio do município, que oferece bilhetes à população, disponibilizados nas juntas de freguesia, a Praça Maior, associação que tem como objetivo revitalizar a Praça de Toiros Monumental Celestino Graça, realiza dia 17 à tarde a primeira corrida de toiros da temporada, a Corrida de Toiros das Festas de S. José, com a participação dos cavaleiros João Moura, António Telles e Francisco Palha, os grupos de Forcados Amadores de Santarém e Vila Franca e seis toiros de Cunhal Patrício.

O programa inclui ainda a exposição “Histórias com pedra”, trabalhos realizados pelos alunos dos jardins de infância do concelho, no convento de S. Francisco, e a realização, no dia 19, de uma caminhada organizada pelo Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Distrital de Santarém, com a mensagem de que “Nascer em Santarém é bom”.

O município quer afirmar as Festas de S. José “como o grande evento do concelho, dando a conhecer ao país aquilo que Santarém tem de melhor no que respeita às suas tradições e ícones” – o folclore, sobretudo o fandango, o artesanato, a gastronomia e os campinos, como “guardiões da Lezíria e dos animais que a percorrem” -, a que se associa “a festa brava e o ambiente tipicamente ribatejano, recriando a festa do Ribatejo e exaltando” as suas tradições.

Todos os anos, milhares de pessoas, festejam esta velha tradição ressuscitada, saudável para a auto-estima colectiva, importante para o fortalecimento da nossa identidade e afirmativa no que respeita à reactualização dos valores que determinaram os muitos destinos históricos de Santarém

Campinos, toiros, artesanato, música e folclore vêm até à cidade de Santarém para celebrar a honra da cidade e de São José (patrono da cidade), convocando o passado para este reencontro com a história, com a tradição, com a construção da liberdade, contribuindo para a sua afirmação no quadro nacional.

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