Francisco Maia Jerónimo “Ilustre Amigo” do Círculo Cultural Scalabitano

Francisco Maia Jerónimo foi esta tarde homenageado pelo Círculo Cultural Scalabitano (CCS), entidade que hoje assinala 65 anos de existência, pelos mais de 30 anos de dedicação a essa associação cultural, que lhe atribuiu o título de “Ilustre Amigo”.

A ele se deve, conjuntamente com a direcção de então, presidida por Pedro Canavarro, as obras de remodelação do CCS, bem como todo o seu acompanhamento técnico.

Francisco Jerónimo, actual responsável da Associação de Futebol de Santarém, é membro dos Corpos Sociais do Círculo há mais de trinta anos sendo, actualmente, presidente do Conselho Fiscal.

No decorrer da homenagem desta tarde no palco do Teatro Taborda, Pedro Canavarro resumiu a actividade profissional e pessoal do homenageado, considerando-o um “pilar” do próprio CCS e quem sempre transmitiu a “máxima confiança” a todos os que com ele trabalharam na recuperação daquele espaço.

Por sua vez, o actual presidente do CCS sublinhou a “grande dinâmica cultural” desenvolvida por aquela instituição cultural ao longo dos 65 anos de vida.

“Francisco Maia Jerónimo encontra-se entre os que se entregaram de alma e coração ao CCS”, afirmou Eliseu Raimundo, sempre com “total despreendimento”, notou, agradecendo-lhe a “mestria, empenho e profissionalismo” que empregou sempre que foi chamado a intervir em redor da instituição.

Comovido e dizendo-se “sem jeito” para receber a distinção que lhe foi feita, Francisco Jerónimo agradeceu aos pais, Lurdes e António, terem-lhe “pegado o vírus do associativismo”, desde muito novo, ainda na terra natal, Pintainhos (Torres Novas) e à mulher e filhas por o incentivarem a responder pela afirmativa ao convite de Maria Helena Stoffel e Maria Antónia Costa para um lugar na direcção do CCS.

“Isto não era bem a minha praia, já que a minha actividade profissional [engenharia civil] é muito exigente”, mas com a mulher no Veto e as filhas no ballet, Francisco Jerónimo aceitou o repto e “vesti a camisola”, afirmou.

“Trabalhar com pessoas com esta qualidade é inesquecível e marca qualquer pessoa que passa por aqui”, concluiu.

A sessão da tarde contou ainda com o descerrar de uma placa comemorativa dos 50 anos do Veto Teatro Oficina que esta noite o CCS homenageia pelas suas bodas de prata, durante o jantar dos 65 anos.

Serão agraciados com a Medalha de Honra do Círculo, para além do Veto Teatro Oficina, os sócios fundadores e iniciadores da secção de teatro: Carlos Alberto da Silva Oliveira, Hélder João Cabral Santos, António Henriques Gomes Vidal, António Luís Ferreira Alves, Maria Fernanda de Jesus Narciso e, a título póstumo, Vítor Ferreira Alves e Nuno Neto Almeida.

Receberão a Medalha de Honra os sócios honorários Rui Rosa e Carlos Carranca (a título póstumo).

Igualmente, irão ser atribuídas Medalhas de Mérito do CÍrculo aos associados Nuno André Veloso Barros, Maria Celina Rodrigues Ferreira, Isabel Maria Montez Torgal Santos, Manuel d ´Almeida Coelho, Isabel Maria Torcato de Sá e Seixas, Aurora Maria Santos Figueiras Nazareth Barbosa, Maria Filomena Henrique Pereira.

A distinção de Sócio Honorário será concedida aos associados José Narciso Ramos, António Júlio Rodrigues dos Santos e António Oliveira Luís.

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