O Hospital Distrital de Santarém (HDS) esclareceu hoje que a alteração nos horários das visitas a doentes internados representa um alargamento de cinco para seis dias, não existindo uma restrição.

Em esclarecimento enviado à Lusa, o HDS afirma que, ao contrário do noticiado pela Lusa na terça-feira, o novo horário de visitas, de terça-feira a domingo, entre as 14:00 e as 19:00, com marcação prévia, não representa uma restrição, alargando antes o que estava em vigor, de cinco para seis dias, “na tentativa de normalizar os procedimentos”.

“O HDS está atento ao evoluir da pandemia e adequará o horário das visitas em função do desenvolvimento da mesma”, afirma.

A Lusa noticiou terça-feira a alteração dos horários das visitas a partir desse dia, constantes de uma nota publicada na página do HDS, a qual dava conta do novo horário, de terça-feira a domingo entre as 14:00 e as 19:00, sujeito a marcação prévia.

“Nos dias de visita é apenas permitida uma visita por doente internado, tendo cada visita a duração máxima de 30 minutos. Os únicos doentes que permanecem sem visitas em enfermarias são os doentes covid-19, salvo situações excecionais e devidamente justificadas”, lê-se na nota.

Segundo a mesma informação, as visitas estão “sujeitas a horário fixo e pré-definido, consoante o quarto de internamento e a respetiva cama”, sendo que, “para os doentes que ocupam o mesmo quarto, as visitas serão desfasadas no horário” e não é permitido o acesso a outros pisos nem visitas a outros doentes, “ainda que no mesmo piso”.

Os visitantes devem apresentar-se 30 minutos antes do horário de visita e respeitar as “regras de segurança recomendadas pela Direção-Geral da Saúde, nomeadamente a desinfeção das mãos, o distanciamento físico, o uso de máscara, a apresentação de certificado digital covid ou teste de antigénio com resultado negativo inferior a 48 horas”, acrescenta.

A covid-19 provocou pelo menos 5.165.289 mortes em todo o mundo, entre mais de 258,29 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.370 pessoas e foram contabilizados 1.130.370 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Leia também...

Casa Pia premiado pela Liga devido às melhorias no estádio de Rio Maior

O Casa Pia foi distinguido pelas melhorias efectuadas no Estádio Municipal de Rio Maior, recinto que os ‘gansos’ têm utilizado na presente temporada, anunciou…

Trabalhador agrícola morre em discussão no Pombalinho

Um trabalhador agrícola morreu no decurso de uma discussão violenta com um colega de casa, numa habitação alugada, na localidade de Pombalinho, concelho de…

Rápido auxílio ao adversário vale cartão branco a jogador do Ferreira do Zêzere

Rafael Faustino distinguido pela segunda vez com cartão branco.

Queimas e queimadas representam 62% das causas dos fogos deste ano

As queimas e queimadas são a principal origem dos incêndios rurais registados este ano, representando 62% das causas apuradas, enquanto 14% dos fogos foram…