O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Águas do Ribatejo investe 1,5 ME na rede de saneamento em Marinhais

A Águas do Ribatejo está a realizar uma empreitada no Sistema de Saneamento de Marinhais, que contempla a requalificação da Estação de Tratamento de…

Projeto Iniciativa Tejo junta parceiros para uma gestão sustentável da água na Lezíria

 A ONG ANP/WWF apresentou hoje, em Santarém, o projeto Iniciativa Tejo, que vai recolher informação sobre os recursos hídricos da Lezíria do Tejo para…

Câmara de Alcanena reúne com GNR para avaliar problemas ambientais

A presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, reuniu com a Guarda Nacional Republicana (GNR), no passado dia 22 de Outubro, para proceder…

Juntas de freguesia da região com sensibilização para consumo de água da torneira em prol do ambiente

A Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) anunciou a celebração de uma parceria com a Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL), tornando a água da…