O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

GNR de Santarém resgata águia ferida no Sardoal

O Comando Territorial de Santarém, através do Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) de Abrantes, no dia 02 de Novembro, procedeu à recolha de um…

Aquanena concluiu 1ª fase de higienização dos reservatórios de água no concelho de Alcanena

A Aquanena concluiu com êxito a primeira fase da campanha de higienização dos reservatórios de água para consumo humano, que decorreu no período de…

Movimento ProTEJO exige recusa de caudal mínimo semanal e defende caudal ecológico

O movimento proTEJO exigiu hoje que o Governo recuse a distribuição do caudal mínimo semanal para o rio Tejo acordado com as autoridades espanholas,…

Autarca de Abrantes preocupado com indícios de poluição no Tejo

O presidente da Câmara de Abrantes manifestou “preocupação” com a “tonalidade das águas” do Tejo que desde meados de Dezembro “indiciam” casos de poluição,…