O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Abrantes alarga abastecimento de água a 70% da população a partir de Castelo do Bode

Mais de 70% da população do concelho de Abrantes passou a ser abastecida de água a partir da albufeira de Castelo do Bode, um…

Incêndios: 45 freguesias prioritárias para limpeza no distrito de Santarém

O Governo divulgou esta quarta-feira, 26 de Fevereiro, a lista das mais de mil freguesias com risco elevado de incêndio florestal e que são…

Bombeiros de Santarém recolhem 114 toneladas de equipamentos eléctricos usados

13 associações do distrito de Santarém.

Almeirim e Coruche com novo tarifário e recolha de lixo pela Ecolezíria

A recolha de Resíduos Sólidos Urbanos passou, desde o início deste mês, a ser realizada pela Ecolezíria nos concelhos de Almeirim e Coruche. Com…