O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

População de Alcanena em protesto contra a poluição ambiental

A população de Alcanena vai protestar na próxima sexta-feira, 24 de Julho, pelas 20h30, junto ao Cine-Teatro São Pedro, para demonstrar a sua indignação…

Vila Nova da Barquinha candidata-se a apoio para destruir ninhos de Vespa Asiática

O Município de Vila Nova da Barquinha submeteu recentemente uma candidatura, no âmbito do Fundo Florestal Permanente do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza…

Coruche acolheu o projecto Zero Waste Economy 4 Youth em Coruche

Coruche acolheu de 1 a 6 de Setembro, no âmbito do Erasmus+, o projecto Zero Waste Economy 4 Youth. O objectivo do evento centra-se…

Município de Santarém aumenta rede de ECO Beatas

A Câmara de Santarém decidiu alargar a rede de equipamentos de recolha de beatas, depois de um balanço positivo da campanha be.eco, dirigida a…