O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Movimento ambientalista pede medidas urgentes para combater poluição no Tejo

O movimento proTEJO pediu à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (ARHTO) a “identificação das origens da poluição verificada no rio”, em…

Doze distritos do continente sob aviso amarelo devido a tempo quente

Distritos de Viseu, Porto, Santarém, Viana do Castelo e Braga vão estar com aviso até às 18h00 de hoje e Bragança, Évora, Guarda, Vila…

Nova conduta melhora abastecimento de água em Samora Correia

A Águas do Ribatejo (AR), está a concluir a obra de substituição da conduta de abastecimento que atravessa a Rua Cândido de Oliveira, em…

Praia Fluvial do Sorraia distinguida com Bandeira Azul

Inaugurada a 9 de julho de 2021, a Praia Fluvial do Sorraia foi ontem, 27 de Abril, distinguida com o galardão Bandeira Azul.  A…