O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Organizações ambientalistas avançam com iniciativa legislativa para proteção de denunciantes

Duas dezenas de organizações ambientalistas lançaram hoje uma subscrição para uma alteração legislativa que visa conferir uma maior proteção aos cidadãos denunciantes de crimes…

VN Barquinha anuncia plano de acção ambiental de adaptação às alterações climáticas

A Câmara de Vila Nova da Barquinha anunciou um plano de acção ambiental e identificou as ondas de calor, vagas de frio, fenómenos de…

Santarém eliminou 70 ninhos de vespa asiática em 2020

O Município de Santarém eliminou 70 ninhos de vespa asiática no ano de 2020. Estes encontravam-se distribuídos por todo o concelho, sendo que as…

Aprovadas medidas para mitigar alterações climáticas em Torres Novas

A Câmara de Torres Novas vai recensear as árvores existentes no espaço público, identificar necessidades de alterações nas zonas verdes e reforçar a captação…