O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Solstício de verão celebrado com conversa sobre o ambiente em Torres Novas

A Associação para a Defesa do Património de Torres Novas assinala sexta-feira o solstício de verão com uma conversa sobre “O Almonda e o…

FOTOS | Peixes e aves mortos devido a descarga poluente no Alviela

Uma descarga poluente matou animais, incluindo peixes e aves, como patos, no rio Alviela, alertou esta quinta-feira, 26 de Março, o presidente da Junta…

Plataforma apela ao Governo para que proíba venda de herbicidas com glifosato

A Plataforma Transgénicos Fora apelou hoje ao Governo para que proíba a venda de herbicidas à base de glifosato, que apoie os agricultores e…

Bruxelas dá 80 ME a Portugal para fechar centrais termoeléctricas e reduzir emissões de petroquímicas

A Comissão Europeia propôs esta quarta-feira, 26 de Fevereiro, que Portugal feche as centrais termoeléctricas de Sines e Pego e apoie a redução de…