O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Estudantes da Universidade Nova de Lisboa realizam acção de limpeza no Rio Sorraia

Os alunos da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (AEFDUNL) realizam, no próximo sábado, dia 12 de Outubro,…

Câmara do Cartaxo aprova Plano Operacional Municipal

A Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Cartaxo aprovou por unanimidade, no dia 17 de Junho, o Plano Operacional Municipal (POM)…

Partido Ecologista Os Verdes alerta para degradação ecológica do Tejo

Uma comitiva do Partido Ecologista Os Verdes (PEV) colocou uma bandeira negra na margem direita do Tejo, junto à Ribeira de Santarém, sinalizando a…

Autarca de Benavente afirma que está a ser preparado plano de intervenção no Sorraia

O presidente da Câmara de Benavente disse que foi criado um grupo de trabalho que está a preparar um plano de intervenção global no…