O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Águas do Ribatejo retoma atendimento presencial apenas por marcação prévia

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo retomou o atendimento presencial nas unidades comerciais, mediante marcação prévia, no âmbito das medidas de desconfinamento. Os clientes…

Município de Santarém inicia limpeza e conservação de troços fluviais

Nuno Russo, vereador da Câmara Municipal de Santarém (CMS) com o pelouro da Protecção Ambiental, visitou no dia 22 de Novembro, a acção de…

Prazo para limpeza de terrenos prorrogado até 30 de Abril

O Governo decidiu prorrogar até 30 de Abril o prazo para os proprietários assegurarem a limpeza dos terrenos florestais, no âmbito da renovação do…

Ambiente, Tejo e Alterações Climáticas em debate no Centro Cultural da Barquinha

O Auditório do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha vai receber no sábado, dia 16 de Novembro, às 14h30, um debate em torno do…