O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Museu Nacional Ferroviário acolhe Fórum Internacional de Mobilidade

O Museu Nacional Ferroviário acolhe no próximo dia 17 de maio, o FIMS – Fórum Internacional de Mobilidade Sustentável, no Entroncamento. O evento é…

Poupança da água passará por restrições na rega e lavagens

A rega de espaços verdes, a lavagem das ruas e de equipamentos são algumas das actividades que poderão ser condicionadas para poupar água, conforme…

Fazendas de Almeirim e Paço dos Negros com suspensão de abastecimento de água

Uma reparação de fugas em condutas de abastecimento e na câmara de manobras do reservatório de Fazendas de Almeirim por parte da Águas do…

GNR de Santarém resgata águia

O Comando Territorial de Santarém, através do Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) de Torres Novas, no dia 13 de Maio, procedeu à recolha de…