O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

VÍDEO | Rio Alviela como há muito tempo não se via, com água limpa e sem poluição

Edgar Pinto e Stany Gonçalves, dois activistas anti-poluição do Rio Alviela, estiveram recentemente dentro do leito onde puderam constatar que o curso de água…

População da Espinheira aderiu em massa ao 1º Simulacro “Aldeia Segura Pessoas Seguras”

A população da aldeia de Espinheira – Alcanede aderiu em massa, no final da tarde de sábado, dia 7 de Julho, ao 1º Simulacro…

Utentes de Benavente questionam legalidade de “corte” do rio Sorraia

A Comissão de Utentes de Benavente manifestou esta quarta-feira, 17 de Julho, “apreensão pelos impactos ambientais na fauna e na flora” do rio Sorraia…

Partidos questionam Governo sobre poluição em Torres Novas e impacto na saúde

A poluição na ribeira da Boa Água, em Torres Novas, levou os deputados eleitos pelo distrito de Santarém a questionarem o Governo, querendo saber…