O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

ProTejo quer posição concreta do Governo sobre revisão da Convenção de Albufeira

O ProTejo – Movimento pelo Tejo quer saber ao certo a posição do Governo português sobre a revisão da Convenção de Albufeira, entre Portugal…

Caloiros da ESAS recolhem resíduos em praxe solidária

70 caloiros e 30 veteranos da Escola Superior Agrária de Santarém realizaram esta quarta-feira, 9 de Outubro, uma praxe solidária entre a Ponte de…

Águas de Santarém assinala Dia Mundial da Monitorização da Água

O Dia Mundial da Monitorização da Água foi criado, em 2003, pela American’s Clean Water Foundation, tendo sido celebrado, inicialmente, a 18 de Outubro,…

Sistema de saneamento de Alcanena vai ter apoio de 5 ME para modernização

O Plano Estratégico para a Evolução do Sistema de Saneamento de Alcanena vai ter um apoio de cinco milhões de euros para execução dos…