O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Águas de Santarém obtém selo de qualidade exemplar da água para consumo humano

Prémio atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

Movimento proTEJO rejeita barragem do Alvito e pede revisão da Convenção de Albufeira

O proTEJO – Movimento pelo Tejo decidiu rejeitar a construção da barragem do Alvito e do projecto Tejo, e lembrou a necessidade urgente da…

Caravana pela Justiça Climática passa pelo distrito de Santarém

Mais de 20 organizações portuguesas arrancam em 2 de Abril com a denominada Caravana pela Justiça Climática, propondo percorrer 400 quilómetros pelo País em…

Águas do Ribatejo vai duplicar capacidade de abastecimento na Glória do Ribatejo e Cocharro

Obra tem um custo previsto de 300 mil euros + IVA.