O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Campanha para separar lixo divulgada em 21 mil habitações

O processo de implementação da recolha selectiva de resíduos porta a porta da Ecolezíria foi divulgado presencialmente em 21 mil habitações das 25 freguesias…

Autarquia de Torres Novas aprova intervenção de um milhão de euros no Almonda Parque

O Município de Torres Novas aprovou a abertura de concurso público para a empreitada do Almonda Parque, inserida no PEDU – Plano Estratégico de…

Campanha promove troca de plástico por árvores de fruto em Almeirim

A Câmara de Almeirim promoveu, no âmbito do Dia da Árvore e da Floresta, uma campanha em que desafia os alunos das escolas do…

Santarém substitui árvores em risco de queda no Jardim da República e Portas do Sol

A Câmara de Santarém vai abater cinco exemplares arbóreos de Tília tomentosa, dois no Jardim das Portas do Sol, e três no Jardim da…