O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

CLAPA denuncia novo episódio de poluição junto ao Rio Alviela

A Comissão de Luta Anti-Poluicão do Alviela (CLAPA) denunciou a ocorrência, no passado dia 4 de Setembro, de um novo episódio de poluição atmosférica…

Autarcas defendem reconversão da central do Pego para resíduos florestais

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) aprovou, por unanimidade, uma recomendação ao Governo no sentido de “explorar o potencial da proposta da Tejo…

Poluição na Ribeira da Boa Água leva CDS a questionar Ministro do Ambiente

Os deputados Patrícia Fonseca e Álvaro Castello-Branco, do CDS-PP, querem saber se o Ministro do Ambiente e da Transição Energética tem conhecimento de mais…

Governo quer montarias com comunicação prévia e avança inventário

O ministro do Ambiente anunciou que pretende que as montarias tenham comunicação prévia, à semelhança das queimadas, e vai avançar com um inventário sobre…