O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Incêndios: 45 freguesias prioritárias para limpeza no distrito de Santarém

O Governo divulgou esta quarta-feira, 26 de Fevereiro, a lista das mais de mil freguesias com risco elevado de incêndio florestal e que são…

Praia Fluvial de Fernandaires recebeu atividade de educação ambiental

A iniciativa inseriu-se na atividade de educação ambiental “EcoPraias”, realizada no passado dia 15 de Agosto, e procurou sensibilizar os banhistas para a adoção…

“A aposta nos projectos de transição energética vai continuar”

A CIMLT – Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo – está activamente envolvida na promoção da eficiência energética e no respeito pelo ambiente, garantindo…

Oito distritos do continente sob aviso laranja devido ao tempo quente

Distritos de Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Santarém, Beja, Castelo Branco e Portalegre vão estar sob aviso laranja até às 21h00 de hoje, passando…