O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

AANA e escuteiros de Alpiarça promovem manutenção de ninhos artificiais e controlo de plantas invasoras

No dia 6 de Dezembro, entre as 10 e as 16 horas, a Associação dos Amigos da Natureza de Alpiarça (AANA), com o apoio…

Sistema que permite reduzir consumo de água na hotelaria vence programa Green Up

Um sistema para reutilização de “águas cinzentas” nas descargas sanitárias, que poderá reduzir em mais de 30% o consumo de água nas unidades hoteleiras,…

Governo diz que redução do caudal do rio Tejo está minimizada

A redução do caudal do rio Tejo, registada nos últimos dias, “está hoje minimizada”, afirmou o ministro do Ambiente e da Ação Climática, João…

Pronto emissário que permite tratamento dos esgotos domésticos

A Câmara de Constância anunciou a conclusão do emissário que transporta as águas residuais da vila para a Estação de Tratamento de Águas Residuais…