O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Instalação de marco de incêndio suspende abastecimento de água em Salvaterra de Magos

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo vai proceder à instalação de um marco de incêndio na Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca, o que…

Vila Nova da Barquinha candidata-se a apoio para destruir ninhos de Vespa Asiática

O Município de Vila Nova da Barquinha submeteu recentemente uma candidatura, no âmbito do Fundo Florestal Permanente do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza…

Recolha selectiva de resíduos aumentou em 2020 em seis concelhos da Lezíria

A recolha selectiva de resíduos aumentou em 2020 nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos, com mais 515 toneladas…

Município de Santarém limpa terrenos no concelho

A Câmara Municipal de Santarém está a fazer a limpeza dos terrenos sobre a sua responsabilidade, no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios.…