O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Recolha selectiva de resíduos aumentou em 2020 em seis concelhos da Lezíria

A recolha selectiva de resíduos aumentou em 2020 nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos, com mais 515 toneladas…

VÍDEO | Resitejo quer diminuir pegada ecológica da região nos próximos anos

É no Eco Parque do Relvão que, desde 1996, são recepcionadas e tratadas as cerca de 90 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos, produzidos…

Águas de Santarém inicia venda de garrafas da marca águAS – Natural de Santarém

A empresa Águas de Santarém tem disponível para venda as garrafas ‘águAS’, nos seus dois formatos, desde esta quinta-feira, 8 de Julho, no espaço…

Movimento ambientalista pede medidas urgentes para combater poluição no Tejo

O movimento proTEJO pediu à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (ARHTO) a “identificação das origens da poluição verificada no rio”, em…