O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Solstício de verão celebrado com conversa sobre o ambiente em Torres Novas

A Associação para a Defesa do Património de Torres Novas assinala sexta-feira o solstício de verão com uma conversa sobre “O Almonda e o…

Remoção de lamas no Tejo junto às Portas de Ródão começou na segunda-feira

Os trabalhos de remoção de lamas do rio Tejo junto às Portas de Ródão começaram na segunda-feira, disse à Lusa fonte do Ministério do…

Jovens estudantes educam pais e avós sobre a importância da água no Ribatejo

Madalena, 10 anos, repreende a avó que lava o quintal com água da rede pública e não poupa o avô que insiste em fazer…

Sistema de saneamento de Alcanena vai ter apoio de 5 ME para modernização

O Plano Estratégico para a Evolução do Sistema de Saneamento de Alcanena vai ter um apoio de cinco milhões de euros para execução dos…