O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Instalação de marco de incêndio suspende abastecimento de água em Salvaterra de Magos

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo vai proceder à instalação de um marco de incêndio na Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca, o que…

Remoção de lamas no Tejo junto às Portas de Ródão começou na segunda-feira

Os trabalhos de remoção de lamas do rio Tejo junto às Portas de Ródão começaram na segunda-feira, disse à Lusa fonte do Ministério do…

Município de Tomar prepara resposta concertada para travar poluição no rio Nabão

A Câmara Municipal de Tomar está a preparar uma resposta concertada para enfrentar o problema da poluição no rio Nabão, “reforçando a articulação com…

Partidos questionam Governo sobre poluição em Torres Novas e impacto na saúde

A poluição na ribeira da Boa Água, em Torres Novas, levou os deputados eleitos pelo distrito de Santarém a questionarem o Governo, querendo saber…