O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Médio Tejo apresenta resposta integrada para proteger população dos efeitos das alterações climáticas

Projeto resulta de diversas parcerias entre várias entidades e tem como objetivo reforçar o apoio prestado à população, face às alterações climáticas. Prevenir, capacitar…

Abrantes alarga abastecimento de água a 70% da população a partir de Castelo do Bode

Mais de 70% da população do concelho de Abrantes passou a ser abastecida de água a partir da albufeira de Castelo do Bode, um…

Almeirim inicia recolha selectiva de resíduos porta-a-porta

A Câmara de Almeirim está a implementar, no concelho, um projecto inovador de recolha selectiva de resíduos porta-a-porta para reciclagem, assim como a recolha…

Tomar recebe 9.º Vogar contra a Indiferença em acção pela despoluição do rio Nabão

O movimento proTEJO assinala no dia 17 de Julho, em Tomar, a 9.ª edição do “Vogar contra a indiferença” com uma descida em canoa,…