O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Santarém tem 38 freguesias identificadas como prioritárias na limpeza da floresta

O Governo identificou 1002 freguesias prioritárias para fiscalização da gestão de combustível este ano, no âmbito da defesa da floresta contra incêndios, menos 112…

Remoção de praga de jacintos de água no rio Sorraia começa esta semana

A remoção da praga de jacintos de água nas zonas mais críticas do rio Sorraia, entre Coruche e Benavente vai começar esta semana, avançou…

“O futuro do meio ambiente é um tema que deve estar na ordem do dia”

Carlos Henriques, de 36 anos de idade e natural de Santarém, é formado em Engenharia do Ambiente pelo Instituto Superior Técnico da Universidade de…

Fabrióleo desiste de acção judicial contra ‘guardião do Tejo’

Os proprietários da empresa Fabrióleo desistiram, na segunda sessão de julgamento, do processo interposto no Tribunal de Torres Novas contra o ambientalista Arlindo Marques,…