O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Grupo de voluntários realiza acção de arborização no Parque do Bonito

Um grupo de voluntários que estiveram no Parque Verde do Bonito, no Entroncamento, numa acção de arborização, no passado dia 19 de Novembro, numa…

Soluções para falta de água no Médio Tejo apresentadas em Setembro

O Governo vai colocar em discussão em Setembro três propostas para colmatar a falta de água no Médio Tejo, uma delas contemplando uma ligação…

PS questiona Governo sobre poluição na ribeira da Asseca

Os deputados socialistas eleitos por Santarém perguntaram  ao Ministério do Ambiente se “tem conhecimento do estado em que se encontra a Ribeira de Asseca”…

Movimento pelo Tejo quer aumento caudal mínimo anual do rio

O proTEJO – Movimento pelo Tejo reclamou esta quarta-feira, 27 de Novembro, por uma revisão da Convenção de Albufeira por Portugal e Espanha com…