O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Partido Ecologista Os Verdes alerta para degradação ecológica do Tejo

Uma comitiva do Partido Ecologista Os Verdes (PEV) colocou uma bandeira negra na margem direita do Tejo, junto à Ribeira de Santarém, sinalizando a…

Campanha da Ecolezíria com mais de 2500 inscrições nos primeiros 2 meses

Mais de 2500 munícipes dos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos já aderiram à campanha da Ecolezíria “Adote Um…

Águas de Santarém obtém selo de qualidade exemplar da água para consumo humano

Prémio atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

Francisco Ferreira reeleito como presidente da associação ambientalista Zero em Torres Novas

O ambientalista Francisco Ferreira foi hoje reeleito presidente da direcção da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, para o triénio 2019-2021, prometendo dar prioridade…