O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Campanha promove troca de plástico por árvores de fruto em Almeirim

A Câmara de Almeirim promoveu, no âmbito do Dia da Árvore e da Floresta, uma campanha em que desafia os alunos das escolas do…

Almeirim já tem iluminação pública 100% LED

A Câmara Municipal de Almeirim vai concluir a introdução total do sistema de iluminação pública baseada em tecnologia LED no concelho, numa iniciativa que…

Conferência sobre o Rio Tejo traz Carmona Rodrigues a Santarém

Carmona Rodrigues, Jorge Froes e Luís Cosme são os convidados da conferência “De olhos postos no Rio Tejo”, que se realiza esta sexta-feira, dia…

Voluntariado para limpar a cidade de Tomar na Semana Global pelo Clima

Tomar assinala a Semana Global do Clima a partir de sexta-feira e até dia 27 juntando município, escolas, associações, grupos informais e cidadãos anónimos…