O presidente da Câmara de Azambuja, Luís de Sousa, defendeu na Assembleia da República o encerramento do aterro de resíduos não perigosos existente no concelho, alegando problemas ambientais e maus cheiros.

O autarca foi ouvido esta manhã pelos deputados da Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território sobre o aterro que é gerido pela empresa Triaza, pertencente à SUMA, um consórcio liderado pela Mota Engil.

Esta infraestrutura foi inaugurada em 2017 e representou um investimento de 1,8 milhões de euros, tendo desde o início a sua construção sido contestada pelos moradores e por partidos da oposição e, actualmente, também pela autarquia.

A este aterro, que fica a céu aberto, chegam toneladas de resíduos provenientes de Itália, Reino Unido e Holanda, sendo frequentes as queixas por causa do mau cheiro e da existência de gaivotas que remexem no lixo.

Leia também...

Candidatura de 500 mil euros para reabilitação do rio Alviela aprovada

A reabilitação do rio Alviela, numa extensão de sete quilómetros, desde Vaqueiros a São Vicente do Paul, e 700 metros no rio Centeio, em…

Industriais entregam sistema de saneamento de Alcanena a empresa municipal

A Associação de Utilizadores do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA) vai fazer hoje a entrega do sistema de saneamento à…

Plásticos de uso único são proibidos a partir de Julho

Plásticos de utilização única passam a ser proibidos no início de Julho, após Portugal transpor uma directiva europeia, com a medida a ser elogiada, mas…

Abertas inscrições para novos Sumidouros de C02 do projecto municipal Raízes da Sustentabilidade

O projecto municipal da Câmara Municipal de Santarém, Raízes da Sustentabilidade, assume um papel preponderante nesta política, lançando-se a sua quarta edição para as…