Este ano lectivo, por força da pandemia, as praxes académicas dos novos alunos das Universidades e Politécnicos foi suspensa. Por cá, não houve excepções e o Correio do Ribatejo foi saber como foi feito o acolhimento aos recém-chegados num ano em que o Politécnico de Santarém registou um record de novos alunos.

“Os caloiros andam mais distantes entre si uma vez que não conseguem partilhar momentos, experiências muitas delas proporcionadas pelo espírito académico”

Diogo Pereira, Presidente da Comissão de Praxe ESGTS

Como é que foi a integração dos caloiros num ano em que as praxes se encontram suspensas?

Quando penso em praxe, penso na integração dos estudantes na vida académica e na cidade de Santarém, algo que não tem sido tarefa fácil. Desde que a nova Comissão de Praxe foi eleita em Julho, trabalhámos para que fosse possível fazer algo adaptado à nova realidade, mas que, não fugisse ao que conhecemos como ser Caloiro da Gestão. É o meu terceiro ano numa Comissão de Praxe, o segundo como Presidente e sem dúvida que, este é o ano mais difícil enquanto praxante. A integração num ano em que as praxes se encontram suspensas, para nós tem sido um grande desafio; desde sempre que os nossos valores ligam a união entre pessoas desconhecidas e a tradição da nossa escola. Estamos a fazer os máximos para que seja possível uma adaptação sem fugir à tradição, temos apostado nas nossas redes sociais e actividades com os caloiros via Zoom e Teams. Se é possível haver praxe não presencial? É, mas não é a mesma coisa, espero um dia conseguir levar os caloiros da ESGTS 2020/2021 a pisarem o primeiro degrau da escadaria e, sentirem o que eu senti no dia 25 de Outubro de 2017.

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A vida académica ficou prejudicada com as medidas implementadas?

A vida académica é muito importante para os estudantes, e nós na Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém sofremos bastante com este ano atípico. As medidas que foram implementadas devido à pandemia para nós fazem todo o sentido, mas é claro que nos sentimos tristes e vazios. Com esta pandemia foi-nos tirado o mais importante, a vida e o espírito académico. Deixámos de ter os momentos com os nossos amigos, que para nós é como se fossem família, os nossos convívios, os jantares, sem isto sentimo-nos distantes uns dos outros. Temos de respeitar as medidas implementadas e esperar que a situação pela qual estamos a passar acabe e aguardar por tempos melhores, onde iremos poder estar todos juntos novamente e sentir o espírito da Gestão. A vida académica já não é a mesma, mas temos de nos adaptar e tentar arranjar formas de, em segurança, sentirmos um pouco do que sentíamos hà um ano atrás.

Os arraiais e festas eram fontes de receita para desenvolver actividades das comissões de praxe. Sentem falta deste financiamento?

No início foi complicado porque o ano passado, devido à pandemia perdemos todas as oportunidades de realizar as nossas actividades, actividades estas que eram a nossa grande fonte de rendimento. Eventos como o Torneio de Futsal, o Traçar da capa e várias festas temáticas ao longo do ano, foram acontecimentos que não só nos fez falta a nós, como também aos nossos caloiros. Eventos esses com o grande objectivo de criar amizades e integrar os caloiros na grande vida académica em Santarém. Este ano tivemos de arranjar soluções para compensar esta falta de financiamento e recorremos à ajuda dos nossos patrocinadores, aos quais estamos muito gratos. Utilizámos também outras formas de financiamento como a venda de kits do caloiro, como costumamos fazer todos os anos, mas sem dúvida que ficámos prejudicados por não conseguirmos realizar todas as nossas actividades planeadas para este ano. Estamos confiantes que a situação epidemiológica melhore, e que no segundo semestre possamos realizar algumas actividades de integração de forma a proporcionar um ano de caloiro tão bom como os nosso.

Que impacto teve a não realização do desfile académico, tanto para caloiros como restante comunidade?

desfile académico é uma grande tradição para todos aqueles que frequentam as escolas do instituto politécnico de Santarém, sendo um dia especial para todos os que já passaram pelo desfile, um dia memorável que irá estar presente na vida dos mesmos. Este ano infelizmente não houve a possibilidade da realização do desfile devido a ser um ano atípico para toda a comunidade e ja se nota algo de diferente na escola pois todo o companheirismo e amizades criadas pela preparação do desfile e a realização do mesmo não esta presente este ano, os caloiros andam mais distantes entre si e uma vez que não conseguem partilhar momentos, experiências muitas delas proporcionadas pelo espírito académico. Na comunidade académica sentiu-se um vazio, especialmente durante o mês de Outubro onde não nos foi possível acompanhar os “primeiros passos” dos nossos caloiros e integrá-los como é tradição. Compreendemos o porquê de não ser possível a realização do mesmo este ano, ficamos tristes pois é sempre uma altura de muita felicidade, momentos que ficam marcados para a vida. Mesmo assim continuamos a trabalhar e a pensar em maneiras de ajudar os nossos caloiros, sempre de maneira segura cumprindo todas as regras, para eles terem um primeiro ano estão memorável como o nosso.

Pensam ser possível a realização da Queima das Fitas este ano lectivo?

Tendo em conta a situação do país e mesmo com a chegada de uma possível vacina achamos difícil haver uma autorização por parte das entidades competentes para a realização de um evento com um número elevado de pessoas. Acreditamos que temos alguns espaços em Santarém que consideramos que tenham capacidade para a realização de eventos como este com segurança, que é o mais importante neste momento. Caso não haja possibilidade fazer um evento presencial, a comissão de praxe em conjunto com a associação de estudantes terá todo o gosto em arranjar uma solução para não deixar passar em branco esta etapa tão importante para qualquer finalista. Não nos podemos esquecer que vivemos dias diferentes e um ano muito complicado, mas queremos que todos os finalistas da nossa escola saibam que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para lhes proporcionar o dia que merecem.


“Somos Uma Só Pessoa”

Catarina Nunes, Presidente da Comissão de Praxe da ESES

Como é que foi a integração dos caloiros num ano em que as praxes se encontram suspensas?

Apesar de nos encontrarmos num contexto pandémico e de as praxes presenciais terem sido suspensas, decidimos, enquanto Comissão de Praxe da Escola Superior de Educação de Santarém, continuar com as nossas tradições, de modo a não as deixar morrer. Assim sendo, decidimos adaptar a nossa praxe ao contexto online (através da plataforma Zoom). No início, estávamos receosos, pois esta é a primeira vez que se realizam praxes online. Muitas foram as nossas preocupações quanto à integração dos caloiros, visto que o contacto dos mesmos está limitado às suas respectivas turmas, de modo a cumprirem as normas de segurança da DGS. Numa primeira instância, os caloiros integraram-se muito bem a esta nova modalidade de integração (salvo alguns casos, que revelaram não querer pertencer a uma praxe online). Contudo, aqueles que participam nas actividades que realizamos parecem estar a divertir-se, acabando por valorizar o nosso trabalho. Em troca, o esforço deles é valorizado pela Comissão de Praxe.

A vida académica ficou prejudicada com as medidas implementadas?

Sim, claramente. A vida académica é uma das melhores fases da vida de qualquer pessoa que decida ingressar na faculdade – desde os jantares às festas, passando pela praxe, descobrindo o verdadeiro significado da amizade e da união. Devido à pandemia que enfrentamos, a vida académica de todos os estudantes acabou por ser prejudicada. Por mais actividades online que realizemos, nunca será a mesma coisa.

Os arraiais e festas eram fontes de receita para desenvolver actividades das comissões de praxe. Sentem falta deste financiamento?

As receitas provenientes dessas festas eram destinadas, maioritariamente, à organização e preparação do desfile académico, bem como à ajuda monetária de caloiros com menos possibilidades. Dado que não foi possível realizar o desfile, devido à pandemia, não sentimos a falta desse financiamento. O único financiamento que, neste ano, conseguimos angariar partiu dos nossos patrocinadores – destinado à ajuda na integração dos caloiros, ainda que limitada.

Que impacto teve a não realização do desfile académico, tanto para caloiros como restante comunidade?

A não realização do desfile académico teve um impacto enorme, tanto nas escolas do IPS, como na restante comunidade, uma vez que é algo que se realiza todos os anos, e que todos vivemos com a maior das emoções. O desfile é uma das principais etapas da praxe (se não a principal), exigindo muita dedicação por parte dos caloiros, assim como também da nossa parte, enquanto Comissão de Praxe. Apesar de todo o esforço que este engloba, é uma celebração que marca cada pessoa que o vive, criando memórias para a vida. Este evento requer dois meses de trabalho prévio, promove a interacção entre as escolas do IPS, dá vida à cidade de Santarém, e envolve-a com o seu espírito de união.

Pensam ser possível a realização da Queima das Fitas este ano lectivo?

Como a Queima das Fitas é organizada todos os anos pela Comissão de Finalistas (um outro órgão estudantil da nossa escola), todos temos esperança de que esta se venha a concretizar. No entanto, tudo dependerá da evolução da pandemia. Porém, como é evidente, todos os finalistas anseiam pela sua Queima das Fitas, uma vez que é o fechar de um ciclo, que iniciaram no seu ano de caloiros.


“Temos necessidade de conviver com outras pessoas e criar laços, afectos e acima de tudo memórias”

André Filipe, Presidente da Comissão de Praxe da ESAS

Como é que foi a integração dos caloiros num ano em que as praxes se encontram suspensas?

Desde Abril que a Comissão de Praxe da ESAS andava a preparar este ano lectivo com novas formas de poder realizar as actividades de praxe de modo a integrar os novos caloiros no espírito da escola.
Acompanhando sempre as notícias sobre o estado epidemiológico do nosso país e do mundo e todas as medidas que estavam a ser impostas para o regresso à escola, de forma a que eles pudessem aproveitar o melhor mês das suas vidas académicas. Repensámos todas as hipóteses e mais algumas para receber os novos caloiros com, pelo menos metade daquilo que recebemos e tivemos direito nos nossos anos de caloiro. Por isso achamos por bem, até isto melhorar, não realizar as praxes na nossa escola, quer presencias que não presenciais. Não é atrás de um ecrã que os caloiros se iam conhecer uns outros nem criar laços de amizade, nem ter as experiências da vida de um caloiro. Mas mesmo assim durante as duas semanas do início das aulas em conjunto com a direcção da ESAS, com a AE e com a tuna criámos um roteiro por toda a nossa escola, onde em cada posto estavam alunos de cada um dos cursos e no qual era feita uma breve apresentação do posto onde estavam. Foi a forma encontrada para os novos alunos, em qualquer momento que fosse, soubessem a quem se dirigir quando precisam alguma ajuda na escola.

A vida académica ficou prejudicada com as medidas implementadas?

Sem dúvida que a vida académica está prejudicada em todos os sentidos, pois todos nós somos pessoas e temos necessidade de conviver com outras. Criar laços, afectos e acima de tudo memórias, quer seja na escola ou fora dela, numa tarde de estudo, ou noite de um arraial da agrária, ou de outra escola qualquer, ou mesmo num café de Santarém, tudo isto está diferente e muitos dos alunos quando estão na escola acabam por nem sequer saber o nome do colega da mesma turma.

Os arraiais e festas eram fontes de receita para desenvolver actividades das comissões de praxe. Sentem falta deste financiamento?

Sem dúvida que os nossos arraiais são fundamentais para desenvolver todas as actividades de praxe com os caloiros. Pagar tudo no mês de praxe nomeadamente kits do caloiro, alimentação, saídas a noite e muito mais. Mas acima de tudo os nossos arraiais são feitos a pensar nos caloiros para que elas aproveitem a noite, e se divirtam e fiquem com grandes recordações do arraial do caloiro.

Que impacto teve a não realização do desfile académico, tanto para caloiros como restante comunidade?

Para os caloiros deste ano para já pode não ter qualquer significado pois a maioria deles nem sequer deve saber como surgiu o desfile, nem o seu verdadeiro significado e temos pena que muitos caloiros talvez não tenham essa experiência, no que diz respeito ao ingressarem nas praxes e participarem no desfile. Já para a restante comunidade praxada da ESAS teve bastante impacto, quer para os que ainda estudam e este ano teriam afilhados a cantar da escadaria do seminário, quer para antigos veteranos que mesmo já a trabalhar faziam questão de tirar o dia para assistir e apoiar os caloiros no dia do desfile.

Pensam ser possível a realização da Queima das Fitas este ano lectivo?

Isto está sempre em constantes mudanças, os finalistas do ano 19/20 ainda não tiveram a bênção das pastas nem o baile deles, nem sei se este ano eles vão conseguir fazê-lo, quando mais os finalistas desde ano 20/21.


Caloiros não conseguiram viver o espírito académico em ano pandémico

João Benchimol, caloiro Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

integração na vida académica neste ano não foi fácil para nenhum “caloiro”, isto porque muitos de nós chegamos a uma nova cidade onde conhecemos poucos ou até ninguém. A maior parte de nós refugia-se a a fazer amizades com os colegas de turma, pois são únicos da escola com quem podemos ter contacto. Os restantes que não se integram na turma das duas uma, ou ficam isolados ou acabam por desistir.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

As praxes vêm dar uma nova visão das aulas, das escolas e cria um ambiente acolhedor para todos os novos alunos. Sem dúvida nenhuma faz falta no início do ano lectivo de todos os estudantes. Novas amizades com veteranos e outros colegas de curso deixam de ser feitas e laços importantes para a nova vida de um universitário deixam de ser criados. Na minha opinião a praxe é um do ambiente mais acolhedor que qualquer “caloiro” pode ter.

André Horta, CALOIRO ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

A minha adaptação até foi boa, graças à minha irmã e ao pessoal que vive comigo que, desde de muito cedo, me foi ensinado e transmitindo um pouco do espírito académico e maneiras de me adaptar à praxe.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

Na minha opinião, considero importante para as pessoas que queiram viver o espírito académico e ter novas ligações com pessoas novas.


Rui Sá, Caloiro Escola Superior de Educação de Santarém

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

A integração na vida académica acaba sempre por ser uma fase delicada, pois não conhecemos quase ninguém. É tudo muito diferente… Mas foi então que surgiu a praxe e facilitou imenso a minha integração. Acabei por conhecer pessoas de fora do meu curso e criei laços com os meus veteranos, que acabam por nos auxiliar bastante em todas as nossas dificuldades, num ano tão importante das nossas vidas. Apesar deste ano atípico, a Comissão de Praxe está a fazer um excelente trabalho em facilitar a nossa integração na vida académica.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

Sem dúvida alguma. Na minha perspectiva, todas as actividades realizadas na praxe foram um ponto-chave para a minha integração na faculdade. A praxe dá-nos a oportunidade de conhecermos pessoas novas, de criarmos laços com as mesmas e de nos divertirmos ao mesmo tempo.

Bruna Ferreira, Caloira Escola Superior de Educação de Santarém

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

Considero que tive uma boa integração, apesar das circunstâncias em que vivemos. A nossa Comissão de Praxe está a ser incansável, tentando proporcionar-nos as melhores experiências; e isso só prova que nada é impossível de se concretizar.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

No início, quando percebi que ia iniciar a minha vida académica, fiquei com algum receio, derivado das coisas negativas que ouvi acerca da praxe. No entanto, sempre tive o objectivo de experimentar primeiro, e só depois tirar as minhas conclusões. A meu ver, a praxe é essencial na vida de um estudante: conhecemos pessoas diferentes, de lugares diversos do país, que se tornam num grande apoio ao longo da nossa caminhada.


Leonor Pires, Caloira Escola Superior Agrária de Santarém

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

Embora todas as dificuldades e restrições colocadas devido à pandemia, em termos de ajuntamentos com amigos, diminuição do número de aulas presenciais… Santarém, mesmo nesta situação atípica, apresenta sempre um espírito académico essencial que nos permite integrar na vida universitária de uma forma bonita e inesquecível.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

Na minha opinião a praxe é uma etapa essencial no nosso percurso académico. Para além de ficarmos a conhecer a cidade onde estudamos devido a praxes solidárias e a saídas à noite… ganhamos amigos e uma família para a vida. Éramos todos recém-chegados, inexperientes, sonhadores e irresponsáveis. A Praxe uniu-nos e, acima de tudo, ensinou-nos o verdadeiro sentido da palavra solidariedade. Aprendemos o que é a união, aprendemos a crescer e ser melhores pessoas, porque os valores que a Praxe nos ensina, que nos foram incutidos são valores que vou sempre levar comigo.

Bernardo martins, CALOIRo ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM

Como é que foi a integração na sua vida académica num ano tão atípico como 2020?

O ano de 2020 trouxe-nos a impossibilidade de conviver socialmente uns com os outros, mas apesar de tudo acho que foi possível manter algum do espírito académico que a cidade de Santarém nos proporciona.

Qual é a sua opinião sobre as praxes? Considera que são importantes para a integração numa escola?

Sendo sincero, entrei com um pé atrás para as praxes. Mas a verdade é que passei a adorar, passei a querer fazer parte delas, entrar dentro do espírito académico da ESAS, portanto. E claro que as praxes contribuíram para a minha integração. Foi aos rapazes e raparigas que fizeram comigo as praxes que eu comecei a chamar amigos, foi com eles que fiz as praxes e é com eles que eu convivo em Santarém, eles e toda a comunidade praxada que me deu a conhecer esta cidade.

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