É enfermeiro numa Clínica hemodialise em Santarém e músico. Diogo começou aos 16 anos a cantar no coro de Alpiarça, aos 19 entrou para a Scalabituna (Tuna do Instituto Politécnico de Santarém) onde se tornou solista. Em 2017 venceu o FestFado no alto Alentejo e em 2018 lançou o primeiro CD “Estórias”. Já actuou em vários palcos tendo participado num concerto de homenagem a José Cid. O artista gostou tanto da sua participação que o convidou, no ano passado a participar num concerto seu online. Lançou a sua mais recente original, “Viagem”, que pode ser ouvido em todas as plataformas e está já a preparar novos lançamentos.

Como é que apareceu a música na sua vida?

Desde que me lembro, a música sempre existiu na minha vida, sempre foi o meu grande sonho e assim que tive oportunidade tentei ligar-me a algo que trouxesse música para a minha vida!

Só consegui realizar esse sonho aos meus 16/17 anos quando ingressei na banda filarmónica da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1o de Dezembro e no coro, onde aprendi a teoria, a tocar saxofone alto e a cantar.

Quando é que decide ser músico?

Essa decisão sempre esteve em mim, talvez fosse já inata, mas aos 16/17 anos oficializo essa decisão.

Quando foi a primeira actuação em público?

Não consigo precisar ao certo, mas acredito que tenha sido numa procissão em Alpiarça a tocar saxofone. A cantar foi no meu 11º ano escolar onde cantei 2 temas do Tiago Bettencourt acompanhado por piano numa gala para solidária das vítimas do tsunami do Haiti!

Em que é que se inspira para produzir as suas músicas?

Felizmente tenho muitas inspirações, mas tudo depende muito dos dias e do estado de espírito, às vezes um tema flui naturalmente sem pensar, noutros dias procuro escrever sobre o que sinto ou aquilo que vejo ao meu redor. Mas basicamente tento inspirar-me na realidade diária e também naquilo que o público pede!

Quais são as suas referências musicais?

Resposta difícil esta, partilho alguns dos artistas com quem sonho, Rui Veloso, José Cid, Miguel Araújo, António Zambujo, Amy Winehouse, Ben King, Alicia Keys, Queen!

Como concilia o seu trabalho como enfermeiro com a música?

A conciliação destas duas profissões por vezes não é fácil, a nível de enfermagem neste momento não passamos uma fase concretamente fácil e a nível musical luto todos os dias para chegar onde quero. Por vezes com alguma dificuldade mas vou dando o meu melhor, gerindo o meu tempo para poder ter o melhor resultado em ambas as vertentes, mas confesso que por vezes não é fácil!

Que objectivos tem para o futuro?

Futuramente quero mesmo que a música seja mais dominante na minha vida, quero concretizar o meu sonho de criança e mostrar ao mundo o meu trabalho na música!

Sou audaz ao dizer que quero que o meu trabalho seja ouvido pelo mundo fora e receber esse reconhecimento!

Qual é a sua vertente da música que mais gosta?

Não sou esquisito, gosto de tudo um pouco. Mas arriscaria a dizer R&B ou blues.

E a que mais detesta?

A única que eu não gosto, e atenção que não é pela musicalidade, é o heavy metal.

Quais são os seus hobbies favoritos?

Actualmente, é o desporto.

Qual é para si uma viagem de sonho?

Qualquer uma que me permita descansar, visitar lugares lindos e que tenham muita natureza!

Se pudesse alterar um facto na história, qual seria?

As guerras!

Se pudesse participar num filme, qual escolheria?

Como sou mega fã da Marvel, ficaria extremamente realizado ao participar num filme deles mesmo que fosse só como figurino.

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