A PIDE foi responsável pela repressão de todas as formas de oposição ao Estado Novo. Vigiou, prendeu, torturou, censurou e será para sempre recordada como sinónimo de violência e brutalidade.

A historiadora, Irene Pimentel, não tem dúvidas que a PIDE se tratou de um instrumento central de um regime político focado na figura de um ditador e que sempre defendeu o regime, funcionando como correias de transmissão de Salazar, que conhecia a sua actuação e confiava nela.

A autora apresentou a sua mais recente obra na sede do Correio do Ribatejo, onde, através de cinco das figuras mais marcantes da polícia política da ditadura, relata o modo de funcionamento da instituição contribuindo para diminuir as confusões e explicar o que realmente aconteceu evitando o branqueamento da história.

Leia também...

Lampreia regressa aos restaurantes de Tomar nos fins-de-semana de Março

Os restaurantes e pastelarias de Tomar vão incluir nas suas cartas, a partir de sábado e em todos os fins-de-semana de Março, iguarias à…

Adiada a estreia do filme “Terra Nova” inspirado na obra de Santareno

A estreia do filme português “Terra Nova”, de Artur Ribeiro, que estava prevista para o dia 19, foi adiada para data a anunciar, revelou…

Torres Novas recebe apresentação do livro “Camões, Altos Cumes, Scabelicastro e Correlatos”

A Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes (BMGPL) recebe no dia 15 de fevereiro, pelas 15h30, a sessão de apresentação do livro «Camões, Altos Cumes,…

‘Normal’ dia 24 de Setembro no Centro Cultural do Cartaxo

‘Normal’, uma co-criação, interpretação e concepção plástica de Ana Valente, Bruno Bernardo, Diana Narciso, Inês Paulino e Pedro Paz com texto de Luís Lobão…