A PIDE foi responsável pela repressão de todas as formas de oposição ao Estado Novo. Vigiou, prendeu, torturou, censurou e será para sempre recordada como sinónimo de violência e brutalidade.

A historiadora, Irene Pimentel, não tem dúvidas que a PIDE se tratou de um instrumento central de um regime político focado na figura de um ditador e que sempre defendeu o regime, funcionando como correias de transmissão de Salazar, que conhecia a sua actuação e confiava nela.

A autora apresentou a sua mais recente obra na sede do Correio do Ribatejo, onde, através de cinco das figuras mais marcantes da polícia política da ditadura, relata o modo de funcionamento da instituição contribuindo para diminuir as confusões e explicar o que realmente aconteceu evitando o branqueamento da história.

Leia também...

Festival Vapor leva ao Entroncamento espectáculos de rua, cinema e projectos com a comunidade

O Festival Vapor regressa entre 12 a 14 de Setembro ao Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, com um programa de música e literatura, a…

Museu Nacional Ferroviário acolhe concerto Ressoa – Ecos do Mundo

O concerto em viagem celebra o encontro de culturas com músicos de oito países.  Nos próximos dias 05, 06 e 07 de Dezembro, o…

Associação José Afonso realiza encontro nacional em Santarém

O Núcleo de Santarém da Associação José Afonso realiza, nos próximos dias 1 e 2 de Junho, o Encontro Nacional de Sócios e Amigos…

Coreógrafa Joana Castro antestreia “Rite of Decay” no Cartaxo

A coreógrafa e bailarina Joana Castro vai fazer a antestreia da sua nova criação, “Rite of Decay”, no dia 25 de Janeiro, no Centro Cultural…