A Companhia Artelier? apresenta, na sexta-feira e no sábado, no Cais do Escaroupim, em Salvaterra de Magos, um espectáculo construído com a população, no âmbito do projeto “Por Mares Nunca [de Artes] Navegados”, que alia etnografia e criação contemporânea.

O espectáculo resulta de um trabalho iniciado na quarta-feira no Escaroupim, aldeia ribeirinha do Tejo, com “actividades e residências de criação que colocam em evidência o património natural e cultural”, tendo por base a “embarcação-centro cultural” que a Artelier? leva a vários cais, marítimos e fluviais, refere uma nota da Câmara de Salvaterra de Magos, um dos municípios que apoiam o projeto, no âmbito de uma parceria da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo.

Deste “centro cultural flutuante” nascem “momentos originais de teatro, circo e música”, que incluem “performances de vídeo nas velas da embarcação e uma banda sonora original, inspiradas tanto na cultura local e avieira e do Tejo, como no imaginário náutico e marítimo”, resultando da permanência no Escaroupim o espectáculo “A lenda da Ilha das Garças e do Lobo do rio”, de acesso gratuito, que pode ser visto na sexta-feira e no sábado à noite no Cais do Escaroupim.

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