CDS questiona Governo sobre remoção de amianto na escola Ginestal Machado

O CDS quer saber se o Governo está a equacionar a remoção de todo o material com amianto existente na escola secundária Ginestal Machado, em Santarém, se vai alocar as verbas necessárias e, se sim, quando.

Numa pergunta entregue no parlamento e endereçada ao ministro da Educação, a deputada do CDS-PP eleita pelo círculo de Santarém, Patrícia Fonseca, afirma que a comunidade educativa “pede intervenção urgente” para a remoção do amianto, numa escola de 1969 que integra a lista de edifícios que contêm amianto na sua construção.

A deputada afirma que, apesar da legislação que proíbe o uso de amianto, material potencialmente cancerígeno, a escola secundária Ginestal Machado “continua a ter fibrocimento com amianto no seu edificado, o que tem gerado preocupação justificada e acção ponderada por parte de estudantes, docentes e encarregados de educação, já que é a saúde de alunos, professores e funcionários que está em causa”.

Patrícia Fonseca afirma que os alunos promoveram acções de sensibilização, tendo produzido um vídeo intitulado “Queremos a mudança… Mas agora!”, no qual “exigem a remoção imediata de todas as estruturas de amianto que se encontram espalhadas pelo estabelecimento de ensino”.

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