Eduardo Oliveira e Sousa foi reeleito presidente da direcção da CAP – Confederação do Agricultores de Portugal, na tarde desta terça-feira, 23 de Junho, em Assembleia-Geral de Associados.

O presidente foi reconduzido para um novo mandato de três anos, após ter liderado a Confederação no decurso do triénio que cessou (2017/2019). A nova direcção integra quatro novos membros.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral é António Francisco Malta da Veiga Teixeira, acompanhado do vice-presidente José Augusto Rodrigues Estevão e do secretário efectivo Maria Madalena Reis Catarino Biancard Cruz.

A direcção é presidida por Eduardo Manuel Drummond de Oliveira e Sousa e acompanhado por seis vice-presidentes: António Cabral da Silveira Gonçalves Ferreira, Domingos Joaquim Filipe dos Santos, Gonçalo António Pereira de Araújo Santos Andrade, Jorge Alberto Serpa da Costa Rita, José Eduardo Tello Gonçalves e Mário Joaquim Mendonça Abreu Lima.

António Maria Pessoa de Oliveira de Paula Soares, Fermelinda de Jesus Pombo Carvalho, Fernando António de Jesus Moreira, Fernando Manuel Guerreiro Silveira do Rosário, Francisco Manuel Aguiã de Sousa Ataíde Pavão, Gonçalo Filipe Rodrigues Baptista, José Gonçalves Ferreira Barahona Núncio, José de Sousa Carvalho Pereira Palha, Pedro Miguel Branco Salgado Pimenta e Rosa Maria Martins Amador são vogais da direcção.

O conselho fiscal é presidido por Manuel Pimentel Castelhano, acompanhado pelos membros efectivos Carlos Alberto Marinho Carvalho e José Joaquim Silva Pereira.

Na mensagem que dirigiu aos Associados, Eduardo Oliveira e Sousa, referiu que “continuará a trabalhar, com até agora, com o mesmo empenho e vigor, na dignificação e valorização dos agricultores e da agricultura em Portugal, uma dimensão que ganha importância acrescida atendendo ao actual contexto da pandemia, que implica muitas dificuldades para o sector, mas também ao quadro europeu, pleno de desafios e envolto em muita incerteza”.

De acordo com o responsável, “a agricultura foi um dos motores da recuperação económica da crise que julgávamos ter deixado para trás. A agricultura, no passado recente, contribuiu para a dinamização das exportações e criação líquida de emprego, assumindo-se como um parceiro do desenvolvimento sustentável e da inovação. Nos próximos três anos continuaremos a trabalhar para que as instituições públicas e o poder político permitam à agricultura libertar o seu potencial económico, através de uma agenda focada no racional aproveitamento dos fundos comunitários – para isso devemos começar já a preparar a presidência portuguesa da União Europeia, no primeiro semestre do ano que vem –, na definição clara e calendarizada de programas e investimentos públicos que beneficiem a agricultura, na redução de custos de contextos, na revisão da fiscalidade para o sector e na desburocratização de procedimentos, que são um entrave ao desenvolvimento agrícola e um factor de atraso do País.”

Como organização socioprofissional agrícola, a CAP agrupa cerca de 250 organizações de todo o País e desde 1977 que tem o estatuto de Parceiro Social no Conselho Económico e Social e integra a Comissão Permanente de Concertação Social.

A Confederação assumiu, a partir de 1986, a representação de Portugal junto da Comissão Europeia, em Bruxelas, onde mantém uma delegação permanente, sendo membro do COPA, organização de cúpula das Organizações Agrícolas da União Europeia.

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